quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Arqueólogos descobrem área residencial da Idade do Bronze

Arqueólogos descobriram área residencial de milhares de anos na Coreia do Sul. Foto: EFE

Arqueólogos descobriram área residencial antiga na Coreia do Sul
Foto: EFE

O Instituto de Investigação do Patrimônio Cultural Han Baek foi o responsável pela divulgação da descoberta  Foto: EFE

O Instituto de Investigação do Patrimônio Cultural Han Baek foi o responsável pela divulgação da descoberta

Foto: EFE

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A área descoberta data da Idade do Bronze, cerca de 3 mil anos a.C.  Foto: EFE

A área descoberta data da Idade do Bronze, cerca de 3 mil anos a.C.

Foto: EFE

Hoje, a área faz parte da cidade coreana de Hwacheon  Foto: EFE

Hoje, a área faz parte da cidade coreana de Hwacheon

Foto: EFE

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O Instituto de Investigação do Patrimônio Cultural Han Baek, na Coreia do Sul, divulgou nesta terça imagens de uma área residencial que data da Idade do Bronze, descoberta recentemente na cidade de Hwacheon, a 118 km de Seul.

Notícias



Peru:Desconerta pedras sagradas dos incas, por arqueólogos

Arqueólogos encontram um conjunto de pedras incas que podem revelar o poder da civilização. Foto: BBC Brasil

Arqueólogos encontram um conjunto de pedras incas que podem revelar o poder da civilização
Foto: BBC Brasil

Arqueólogos da Universidade Nacional de Huamanga, no Peru, do Museu Britânico e das Universidades de Reading e de Londres, na Grã-Bretanha. encontraram um conjunto de pedras incas que, segundo eles, podem revelar à humanidade o segredo do poderio da civilização que dominou parte da América do Sul entre os séculos 15 e 16.

Fazendo escavações no topo de uma montanha onde os incas realizavam rituais sagrados, os especialistas encontraram as três pedras ancestrais, objetos sagrados que, na crença inca, representavam a conexão entre o mundo dos ancestrais e o Sol.

Nenhum exemplar das pedras - descritas por cronistas espanhóis que chegaram à América no período das grandes navegações e vistas em desenhos feitos no período - havia sido encontrado antes. Elas têm 35 cm de altura e formato cônico, pesam vários quilos e precisam ser carregadas com ambas as mãos.

"Acreditamos que essas pedras, e as plataformas onde foram encontradas, guardam o segredo do poderio inca", disse o especialista do Museu Britânico Colin McEwan à BBC Brasil.

Relatos Históricos
Os cientistas trabalhava há duas semanas a altitudes de entre 3,6 mil metros e 5 mil metros quando as pedras foram localizadas. "Estou falando de arqueologia radical, era difícil trabalhar e até mesmo respirar lá em cima", disse McEwan.

Os incas acreditavam que seus ancestrais, os fundadores da civilização, haviam sido convertidos permanentemente em pedras. Após a chegada dos colonizadores espanhóis, cronistas descreveram, em seus relatos históricos, importantes eventos públicos na praça central da capital do Império Inca, Cuzco.

Nessas ocasiões, o rei inca ficava sentado em uma plataforma elevada, de onde observava as celebrações. Oferendas líquidas de chicha (uma bebida fermentada feita com milho) eram feitas por meio de uma abertura vertical feita na plataforma.

Quando o rei não estava presente, uma pedra sagrada era colocada no assento onde ele deveria estar sentado para representar o poder da dinastia inca.

Deuses da Montanha
"A capital inca, situada entre altitudes de 2,5 mil e 3,6 mil metros, era bastante alta", disse McEwan. "Mas a expansão do império inca implicou na conquista de altitudes ainda maiores, onde viviam as lhamas e alpacas, entre 3,6 mil metros e 5 mil metros".

Fonte de alimento e de lã para tecelagem, além de importante meio de transporte, grandes rebanhos de lhamas e alpacas eram vitais para a sobrevivência do império.

McEwan e a equipe de arqueólogos acreditam que isso explica a presença, nos cumes de várias montanhas, de cerca de 40 plataformas cerimoniais, símbolos do controle inca sobre esses territórios.

Com a ajuda do arqueólogo peruano Cirilo Vivanco Pomacanchari, da Universidade Nacional de Huamanga, que vem progressivamente localizando e mapeando as plataformas em locais remotos, a equipe chegou ao local onde as relíquias foram encontradas.

Segundo McEwan, eles não tinham qualquer ideia do que poderiam encontrar. "Esses locais eram tão sagrados que os incas não queriam deixar qualquer traço visível da presença humana neles", disse McEwan. "Ao escavar o chão da plataforma, encontramos amostras de solo trazidas de diferentes regiões, cuidadosamente dispostas, completou.

Mais ao fundo, cerca de 2,5 metros abaixo da superfície, a equipe encontrou uma cavidade que havia sido escavada na rocha sólida.

"Quando escavamos, descobrimos três dessas pedras, cuidadosamente colocadas com as pontas juntas, como um tripé, apontando para baixo, indicando a conexão com o mundo dos ancestrais".

Poder Benevolente?
Questionando teorias segundo as quais os incas seriam "socialistas", McEwan disse que seu império foi construído com astúcia e violência. "Quando negociavam com um líder local, os incas lhe ofereciam a opção de governar localmente, mas ele era obrigado a pagar impostos".

Se a oferta não era aceita, o poderio inca dizimava a população masculina e transferia os sobreviventes para outros locais, cortando seus vínculos com a terra e meios de subsistência.

As plataformas e as pedras ancestrais, parte do arsenal ideológico inca, eram um instrumento-chave de controle imperial. "Sabíamos que os incas deveriam ter razões importantes para colocar essas plataformas nesses locais, próximos dos cumes sagrados e permitindo uma visão ampla de todo o horizonte à volta". "Nós acreditamos que eles obrigavam a população local a trazer (as amostras de) solo e as colocavam nas plataformas como símbolos do domínio inca".

Os especialistas calculam que essas plataformas teriam sido construídas por volta de 1.400, durante a conquista daqueles territórios pelos incas, antes da chegada dos espanhóis.

Na crença inca, picos de montanhas cobertos de neve, de onde vem a água que sustenta a vida nos vales, eram sagrados.

As pedras seriam oferendas para o cume sagrado, conectando os ancestrais incas ao Sol. "Você dá seu mais precioso objeto aos deuses da montanha, esperando em retorno a fertilidade da terra e os benefícios trazidos pelos animais que a habitam".

Corpos de crianças mumificados, encontrados anteriormente nas montanhas, indicam também a prática de sacrifícios humanos.

Nova Etapa
Segundo McEwan, o próximo passo é fazer uma análise das amostras de solo encontradas nas plataformas.

Com a ajuda de satélites, a equipe está tentando entender também a lógica por trás da localização específica de cada uma delas. Ele diz que não há plataformas em todos os cumes altos e acredita que a escolha dos locais não era aleatória.

Finalmente, McEwan diz que a equipe procura a resposta para a dúvida de como os incas conseguiram ganhar o impulso que lhes deu controle sobre um território tão imenso. A resposta estaria guardada nas plataformas e pedras ancestrais. "Elas estão no coração do grande projeto inca", concluiu Colin McEwan.

Fonte: Terra

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Universo:Melhores imagens do Hubble, segundo agência espacial


A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) escolheu as 100 melhores imagens registradas na história do telescópio Hubble. A centésima posição é desta imagem que registra a visão da borda da galáxia NGC 4013  Foto: ESA/Divulgação

A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) escolheu as 100 melhores imagens registradas na história do telescópio Hubble. A centésima posição é desta imagem que registra a visão da borda da galáxia NGC 4013

Foto: ESA/Divulgação


99 - Agrupamento de galáxias Abell 2218  Foto: ESA/Divulgação

Agrupamento de galáxias Abell 2218

Foto: ESA/Divulgação

98 - Galáxia brincando de girar - a imagem mostra como galáxias que colidiram  geram novas estrelas  Foto: ESA/Divulgação

geram novas estrelas

Foto: ESA/Divulgação

97 - Registrada em 2001, está é, segundo a ESA, a melhor imagem de Marte capturada da órbita da Terra até então  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

96 - Hubble captura novos painéis solares - a imagem foi registrada no momento em que o telescópio iniciava sua separação da nave Columbia  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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95 - Mais recente câmera do Hubble captura formação de estrela  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

94 - Galáxia NGC 2787, localizada no complexo N44  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

93 - Transmissores de gás flutuam em brisa estelar na região N44C - essa região fica no complexo N44, que inclue agrupamento de estrelas, nebulosas e supernovas. Muitas imagens são na verdade mosaicos que unem vários registros, o que deixa alguns buracos na imagem final  Foto: ESA/Divulgação
  • Transmissores de gás flutuam em brisa estelar na região N44C - essa região fica no complexo N44, que inclue agrupamento de estrelas, nebulosas e supernovas. Muitas imagens são na verdade mosaicos que unem vários registros, o que deixa alguns "buracos" na imagem final


Foto: ESA/Divulgação

92 - Arco-íris na estrela IC 4406, que está morrendo  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

91 - Close da M27, a nebulosa de uma anã branca - a aproximadamente 1,2 mil km da Terra  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

90 - Imagem em arco-íris de estrela na nebulosa apelidada de Ovo Podre  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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89 - Fogos de artifício celestiais - fragmentos de uma explosão de estrela  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

88 - Imagem de 2010 é mais detalhada de Marte já registrada pelo Hubble - ela revela pequenas crateras e outras marcas na superfície em uma área de apenas 10 km  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

87 - Galáxia NGC 3370, que abriga uma nova estrela, que está explodindo  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

86 - Foto de vizinhança turbulenta próxima à estrela em erupção na nebulosa Carina. Essa região, que tem fortes ventos estelares, tem três anos-luz de área, sendo uma parte dentro dos 200 anos-luz de área da nebulosa  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

85 - Hubble explora campos profundos do espaço, mostrando aproximadamente 10 mil galáxias de várias idades, tamanhos, formatos e cores  Foto: ESA/Divulgação

Hubble explora campos profundos do espaço, mostrando aproximadamente 10 mil galáxias de várias idades, tamanhos, formatos e cores

Foto: ESA/Divulgação

84 - Supernova na galáxia NGC 2403, próxima à Via Láctea  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

83 - Esta região revela arcos e bolhas formadas quando ventos estelares - transmissão de partículas ejetadas pelas estrelas Trapézio - colidem com materiais  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

82 - As maiores estrelas da nebulosa Órion  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

81 - Imagem mais detalhada de agrupamento de estrelas na Grande Nuvem de Magalhães  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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80 - Imagem composta da galáxia Messier 82 por registros de três grandes observatórios: Telescópio Hubble, Observatório Chandra e Telescópio Spitzer  Foto: ESA/DivulgaçãoImagem composta da galáxia Messier 82 por registros de três grandes observatórios: Telescópio Hubble, Observatório Chandra e Telescópio Spitzer

Foto: ESA/Divulgação

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79 - Plutão no dia 15 de fevereiro de 2006 - a imagem confirmou a existência de mais 2 luas próximas a ele  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

78 - Fogos de artifício extraterrestres - a imagem foi divulgada perto do dia 4 de julho, data da independência doa Estados Unidos, como homenagem ao país  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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77 - Círculo de matéria em agrupamento de galáxias  Foto: ESA/Divulgação

Círculo de matéria em agrupamento de galáxias

Foto: ESA/Divulgação

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76 - Descobrindo a nebulosa Veil, sobras de uma supernova que explodiu entre 5 mil e 10 mil anos atrás   Foto: ESA/Divulgação



Foto: ESA/Divulgação

75 - A imagem mais aproximada de Marte registrada pelo Hubble. Foram 36 horas de aproximação do Hubble para registrar a imagem   Foto: ESA/Divulgação



Foto: ESA/Divulgação

74 - Telescópio Hubble visto orbitando a Terra  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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73 - Galáxia NGC 1275 em composição de imagens registrada em diversos comprimento de ondas   Foto: ESA/Divulgação



Foto: ESA/Divulgação

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72 - Estrelas e uma faixa em fogos de artifício celestiais - esta faixa de gás foi criada pela explosão de uma estrela (supernova) há milhares de anos que, no momento de sua morte, certamente foi a estrela mais brilhante já vista pela humanidade  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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71 - Galáxia NGC 3324, no canto noroeste da nebulosa Carina  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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70 - Movimento de quatro luas de Saturno - Enceladus, Dione, Titan e Mimas  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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69 - Imagem de Júpiter  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

68 - Estrelas coloridas em abundância dentro do agrupamento de estrelas Ômega Centauro  Foto: ESA/Divulgação

Estrelas coloridas em abundância dentro do agrupamento de estrelas Ômega Centauro

Foto: ESA/Divulgação

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67 - Imagem em infravermelho da nebulosa Carina, localizada a 7,5 mil anos-luz da Terra  Foto: ESA/Divulgação

Imagem em infravermelho da nebulosa Carina, localizada a 7,5 mil anos-luz da Terra

Foto: ESA/Divulgação

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66 - Galáxia NGC 4402  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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65 - Galáxia NGC 4522 - exemplo de galáxia que constantemente se livra de seus gases  Foto: ESA/Divulgação

Galáxia NGC 4522 - exemplo de galáxia que constantemente se livra de seus gases

Foto: ESA/Divulgação

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64 - Agrupamento de galáxias MACS J017 - quatro galáxias envolvidas em colisão, no primeiro registro de um evento como esse na história  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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63 - Nebulosa do Retângulo Vermelho: mais detalhada do que nunca   Foto: ESA/Divulgação



Foto: ESA/Divulgação

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62 - Extraordinária espiral celestial - considerada uma das imagens geométricas mais perfeitas já registradas  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

61 - Messier 72, a Cidade Celestial do espaço - este agrupamento de estrelas lembra a Terra vista por cima à noite, em um avião, por exemplo  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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60 - Ampla imagem da Montanha Mística (nebulosa Carina), que também aparece entre as imagens vencedoras da lista  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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59 - Imagem de formação de estrela gigante na região N11, na Grande Nuvem de Magalhães  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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58 - Espetacular paisagem na nebulosa Catarina. Esse pilar de gás e poeira, também conhecido como Montanha Mística, é local de nascimento de estrelas  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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57 - Colisão (mancha escura no sul do planeta) deixa Júpiter machucado  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

56 - Imagem fantasmagórica de estrela formando pilar de gás e poeira  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

55 - Nebulosa Bumerangue: o lugar mais frio no Universo chega a ter temperatura de -270°C  Foto: ESA/Divulgação

Nebulosa Bumerangue: "o lugar mais frio no Universo" chega a ter temperatura de -270°C

Foto: ESA/Divulgação

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54 - Close de nova mancha negra em Júpiter  Foto: ESA/Divulgação

"Close" de nova mancha negra em Júpiter

Foto: ESA/Divulgação

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53 - Iluminação de faixas de poeria na galáxia NGC 7049  Foto: ESA/Divulgação

Iluminação de faixas de poeria na galáxia NGC 7049

Foto: ESA/Divulgação

52 - Monstro Magnético: galáxia NGC 1275 - estruturas são sustentadas por campo magnético que as mantêm e demonstram quanta energia do buraco negro central é transferida para os gases da região  Foto: ESA/Divulgação

"Monstro Magnético": galáxia NGC 1275 - estruturas são sustentadas por campo magnético que as mantêm e demonstram quanta energia do buraco negro central é transferida para os gases da região

Foto: ESA/Divulgação

51 - Nesta imagem da galáxia N74 é possível ver traços de regiões rosa brilhantes decorando as espirais da galáxia   Foto: ESA/Divulgação

Nesta imagem da galáxia N74 é possível ver traços de regiões rosa brilhantes decorando as espirais da galáxia


Foto: ESA/Divulgação

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50 - Na região NGC 3603, que contém um dos mais densos agrupamentos de estrelas da Via Láctea, nascimentos de estrelas são comuns  Foto: ESA/Divulgação

Na região NGC 3603, que contém um dos mais densos agrupamentos de estrelas da Via Láctea, nascimentos de estrelas são comuns

Foto: ESA/Divulgação

49 - Nascimento de estrela na nebulosa Carina  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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48 - Berçário estelar nos braços da galáxia NGC 1672 - agrupamentos de estrelas localizados nos espirais da galáxia  Foto: ESA/Divulgação

"Berçário" estelar nos braços da galáxia NGC 1672 - agrupamentos de estrelas localizados nos espirais da galáxia

Foto: ESA/Divulgação

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47 - Galáxias fazem amor, não guerra - as galáxias Antennae, quando se colidem, formam bilhões de estrelas  Foto: ESA/Divulgação

Galáxias "fazem amor, não guerra" - as galáxias Antennae, quando se colidem, formam bilhões de estrelas

Foto: ESA/Divulgação

46 - Explosão da galáxia Messier 82. Nesta região, as estrelas nascem 10 vezes mais rápido do que em outros locais do universo  Foto: ESA/Divulgação

Explosão da galáxia Messier 82. Nesta região, as estrelas nascem 10 vezes mais rápido do que em outros locais do universo

Foto: ESA/Divulgação

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45 - Maior retrato de galáxia da história: espetacular imagem em HD da galáxia do Catavento. O download do arquivo original da imagem, com 444,7 MB, pode ser feito no link http://www.spacetelescope.org/images/heic0602a/  Foto: ESA/Divulgação

Maior retrato de galáxia da história: espetacular imagem em HD da galáxia do Catavento. O download do arquivo original da imagem, com 444,7 MB, pode ser feito no link http://www.spacetelescope.org/images/heic0602a/

Foto: ESA/Divulgação

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44 - Imagem mais nítida da nebulosa de Órion  Foto: ESA/Divulgação

Imagem mais nítida da nebulosa de Órion

Foto: ESA/Divulgação

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43 - A imagem mais detalhada da nebulosa do Caranguejo   Foto: ESA/Divulgação

A imagem mais detalhada da nebulosa do Caranguejo


Foto: ESA/Divulgação

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42 - Estrelas jovens esculpem gás com poderosas descargas a 200 mil anos-luz da Terra  Foto: ESA/Divulgação

Estrelas jovens esculpem gás com poderosas descargas a 200 mil anos-luz da Terra

Foto: ESA/Divulgação

41 - Galáxia Redemoinho (M51) e sua galáxia vizinha, NGC 5195  Foto: ESA/Divulgação

Galáxia Redemoinho (M51) e sua galáxia vizinha, NGC 5195

Foto: ESA/Divulgação

40 - Luzes continuam a ecoar após 3 anos de explosão da estrela V838 Monocerotis  Foto: ESA/Divulgação

Luzes continuam a ecoar após 3 anos de explosão da estrela V838 Monocerotis

Foto: ESA/Divulgação


39 - Sinfonia de cores na nebulosa Tarântula, a 170 mil anos-luz da Terra  Foto: ESA/Divulgação

Sinfonia de cores na nebulosa Tarântula, a 170 mil anos-luz da Terra

Foto: ESA/Divulgação

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38 - Estudo de sequência de formação de estrelas em vizinhança de galáxias, na Grande Nuvem de Magalhães  Foto: ESA/Divulgação

Estudo de sequência de formação de estrelas em vizinhança de galáxias, na Grande Nuvem de Magalhães

Foto: ESA/Divulgação

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37 - 10 mil galáxias na mesma imagem  Foto: ESA/Divulgação

10 mil galáxias na mesma imagem

Foto: ESA/Divulgação

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36 - Tempestade perfeita de gases turbulentos - hidrogênio, oxigênio e gás sulfúrico na nebulosa Messier 17  Foto: ESA/Divulgação

Tempestade perfeita de gases turbulentos - hidrogênio, oxigênio e gás sulfúrico na nebulosa Messier 17

Foto: ESA/Divulgação

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35 - Galáxias distantes em deslumbrante pano de fundo de galáxia fugitiva, a UGC 10214  Foto: ESA/Divulgação

Galáxias distantes em deslumbrante pano de fundo de galáxia "fugitiva", a UGC 10214

Foto: ESA/Divulgação

34 - Nebulosa NGC 2080, apelidada de nebulosa cabeça do fantasma  Foto: ESA/Divulgação

Nebulosa NGC 2080, apelidada de "nebulosa cabeça do fantasma"

Foto: ESA/Divulgação

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33 - Nebulosa da Aranha Vermelha: surfando no coração de Sagitário  Foto: ESA/Divulgação

Nebulosa da Aranha Vermelha: "surfando no coração de Sagitário"

Foto: ESA/Divulgação

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32 - Registro de inesquecível agrupamento duplo na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia vizinha da Via Láctea  Foto: ESA/Divulgação

Registro de inesquecível agrupamento duplo na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia vizinha da Via Láctea

Foto: ESA/Divulgação

31 - Imagem real do impacto dos fragmentos D e G do cometa Shoemaker-Levy 9  Foto: ESA/Divulgação

Imagem real do impacto dos fragmentos "D" e "G" do cometa Shoemaker-Levy 9

Foto: ESA/Divulgação

30 - Pilares da criação, feitos de hidrogênio e poeira, em que estrelas nascem  Foto: ESA/Divulgação

"Pilares da criação", feitos de hidrogênio e poeira, em que estrelas nascem

Foto: ESA/Divulgação

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29 - Redemoinho de estrela nascente na nebulosa Órion  Foto: ESA/Divulgação

Redemoinho de estrela nascente na nebulosa Órion

Foto: ESA/Divulgação

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28 - Saturno em suas cores naturais  Foto: ESA/Divulgação

Saturno em suas cores naturais

Foto: ESA/Divulgação

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27 - Registro de visão abaixo de barreira de gás em estrela condenada na nebulosa do Anel  Foto: ESA/Divulgação

Registro de visão abaixo de barreira de gás em estrela condenada na nebulosa do Anel

Foto: ESA/Divulgação

26 - Gerações múltiplas de estrelas na nebulosa Tarântula  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

25 - Detalhes magníficos em galáxia espiral de poeira, a NGC 4414  Foto: ESA/Divulgação

Detalhes magníficos em galáxia espiral de poeira, a NGC 4414

Foto: ESA/Divulgação

24 - Encontro entre duas galáxias espirais, na direção da constelação Cão Maior  Foto: ESA/Divulgação

Encontro entre duas galáxias espirais, na direção da constelação Cão Maior

Foto: ESA/Divulgação

23 - Nebulosa Trifid: rivalidade entre estrelas irmãs. A imagem revela pequenas estrelas que acabaram de nascer, mas estão destinadas a serem devoradas por irmãs mais velhas e maiores  Foto: ESA/Divulgação

Nebulosa Trifid: "rivalidade entre estrelas irmãs". A imagem revela pequenas estrelas que acabaram de nascer, mas estão destinadas a serem "devoradas" por irmãs mais velhas e maiores

Foto: ESA/Divulgação

22 - Luz e sombra na nebulosa Carina - a imagem é uma montagem de quatro fotos tiradas durante abril de 1999  Foto: ESA/Divulgação

Luz e sombra na nebulosa Carina - a imagem é uma montagem de quatro fotos tiradas durante abril de 1999

Foto: ESA/Divulgação

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21 - Nebulosa Espirográfica, que fica a aproximadamente 2 mil anos-luz da Terra  Foto: ESA/Divulgação

Nebulosa Espirográfica, que fica a aproximadamente 2 mil anos-luz da Terra

Foto: ESA/Divulgação

20 - Composição entre imagem em infravermelho e em ultravioleta da galáxia NGC 1512  Foto: ESA/Divulgação

Composição entre imagem em infravermelho e em ultravioleta da galáxia NGC 1512

Foto: ESA/Divulgação

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19 - Coração da galáxia Redemoinho, considerada uma das mais fotogênicas da história da astronomia profissional   Foto: ESA/Divulgação

Coração da galáxia Redemoinho, considerada uma das mais fotogênicas da história da astronomia profissional


Foto: ESA/Divulgação

18 - Glóbulos de Thackeray na galáxia IC 2944. Glóbulos como esses foram vistos pela primeira vez em 1947. Pouco se sabe sobre estes objetos - as nuvens escuras da imagem -, somente que eles estão associados a regiões de nascimento de estrelas chamadas de HII, devido à grande presença de hidrogênio   Foto: ESA/Divulgação
Glóbulos de Thackeray na galáxia IC 2944. Glóbulos como esses foram vistos pela primeira vez em 1947. Pouco se sabe sobre estes objetos - as nuvens escuras da imagem -, somente que eles estão associados a regiões de nascimento de estrelas chamadas de HII, devido à grande presença de hidrogênio

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16 - Câmera mais nova do Hubble registra imagem ainda mais detalhada da NGC 4676, que na verdade são duas galáxias se fundindo   Foto: ESA/Divulgação
Câmera mais nova do Hubble registra imagem ainda mais detalhada da NGC 4676, que na verdade são duas galáxias se fundindo

"O Rato" - a galáxia NGC 4676, localizada a 300 mi de anos-luz na constelação Cabeleira de Berenice

Foto: ESA/Divulgação

15 - Imagem registrada por meio de lentes de zoom cósmico do agrupamento de galáxias Abell 1689, considerado um dos mais densos conhecidos  Foto: ESA/Divulgação

Imagem registrada por meio de lentes de zoom cósmico do agrupamento de galáxias Abell 1689, considerado um dos mais densos conhecidos

Foto: ESA/Divulgação

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14 - A majestosa galáxia Sombrero, que lembra o famoso chapéu mexicano   Foto: ESA/Divulgação

A majestosa galáxia Sombrero, que lembra o famoso chapéu mexicano


Foto: ESA/Divulgação

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13 - Imagem da galáxia espiral NGC 1300, cujo centro é formado por estrelas - é uma das maiores imagens de galáxias completas já registradas pelo Hubble  Foto: ESA/Divulgação

Imagem da galáxia espiral NGC 1300, cujo centro é formado por estrelas - é uma das maiores imagens de galáxias completas já registradas pelo Hubble

Foto: ESA/Divulgação

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12 - Espiral estelar na nebulosa da Águia - essa torre possui 9,5 anos-luz de altura (cerca de 90 trilhões de km, aproximadamente duas vezes a distância do Sol para a estrela mais próxima dele  Foto: ESA/Divulgação

Espiral estelar na nebulosa da Águia - essa "torre" possui 9,5 anos-luz de altura (cerca de 90 trilhões de km, aproximadamente duas vezes a distância do Sol para a estrela mais próxima dele

Foto: ESA/Divulgação

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11 - Nuvens de poeira próximas na Via Láctea - a imagem traz evidências de que as nuvens foram formadas pela fusão de outras duas galáxias ricas em gás  Foto: ESA/Divulgação

Nuvens de poeira próximas na Via Láctea - a imagem traz evidências de que as nuvens foram formadas pela fusão de outras duas galáxias ricas em gás

Foto: ESA/Divulgação

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10 - Nuvens de poeira na Via Láctea - essa concentração de elementos é responsável pela formação de estrelas em todo o universo  Foto: ESA/Divulgação

Nuvens de poeira na Via Láctea - essa concentração de elementos é responsável pela formação de estrelas em todo o universo

Foto: ESA/Divulgação

9 - Imagem da galáxia NGC 5866. É a única foto desta galáxia regitrada pelo Hubble com esta visão lateral  Foto: ESA/Divulgação

Imagem da galáxia NGC 5866. É a única foto desta galáxia regitrada pelo Hubble com esta visão lateral

Foto: ESA/Divulgação

8 - Quatro luas de Saturno em movimento na órbita do planeta. Parecida com o fotografia 70 da lista, esta imagem foi feita com a Câmera Planetária de Campo Largo 2, uma das que integram o Hubble  Foto: ESA/Divulgação
Quatro luas de Saturno em movimento na órbita do planeta. Parecida com o fotografia 70 da lista, esta imagem foi feita com a Câmera Planetária de Campo Largo 2, uma das que integram o Hubble


8 - Quatro luas de Saturno em movimento na órbita do planeta. Parecida com o fotografia 70 da lista, esta imagem foi feita com a Câmera Planetária de Campo Largo 2, uma das que integram o Hubble  Foto: ESA/Divulgação


Foto: ESA/Divulgação

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7 - Galáxia espiral NCG 6217, localizada a 6 mi de anos-luz na constelação de Ursa Maior  Foto: ESA/Divulgação


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6 - Destroços galácticos no Quinteto de Stephan - A interação entre estas cinco galáxias as deixa com formas distorcidas e cria uma grande atividade de formação de estrelas nas duas galáxias centrais  Foto: ESA/Divulgação
Destroços galácticos no Quinteto de Stephan - A interação entre estas cinco galáxias as deixa com formas distorcidas e cria uma grande atividade de formação de estrelas nas duas galáxias centrais

Foto: ESA/Divulgação.

5 - Morte de estrela forma imagem parecida com borboleta na galáxia NGC 6302  Foto: ESA/Divulgação

Morte de estrela forma imagem parecida com borboleta na galáxia NGC 6302

Foto: ESA/Divulgação

4 - Imagem em infravermelho da Nebulosa Carina, composta de gás e poeira, localizada a 7,5 mil anos-luz  Foto: ESA/Divulgação

Imagem em infravermelho da Nebulosa Carina, composta de gás e poeira, localizada a 7,5 mil anos-luz

Foto: ESA/Divulgação

3 - Imagem frontal da galáxia espiral NGC 3982, localizada a 68 mi de anos-luz, na constelação de Ursa Maior  Foto: ESA/Divulgação

Imagem frontal da galáxia espiral NGC 3982, localizada a 68 mi de anos-luz, na constelação de Ursa Maior

Foto: ESA/Divulgação

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2 - Mistura cósmica na galáxia NGC 2467, que serve de incubadora para novas estrelas  Foto: ESA/Divulgação

Mistura cósmica na galáxia NGC 2467, que serve de "incubadora" para novas estrelas

Foto: ESA/Divulgação

A Montanha Mística, como é chamada a nebulosa Carina, aparece mais uma vez, agora como a primeira da lista: registro de atividade no topo de um pilar de gases e poeira, que está sendo engolido pelas luzes de estrelas vizinhas. Segundo a ESA, apesar de belo, o topo do pilar tem uma atividade caótica devido a jovens estrelas e outras que estão em gestação  Foto: ESA/Divulgação

A "Montanha Mística", como é chamada a nebulosa Carina, aparece mais uma vez, agora como a primeira da lista: registro de atividade no topo de um pilar de gases e poeira, que está sendo engolido pelas luzes de estrelas vizinhas. Segundo a ESA, apesar de belo, o topo do pilar tem uma atividade caótica devido a jovens estrelas e outras que estão em "gestação"

Foto: ESA/Divulgação

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