segunda-feira, 19 de julho de 2010

ESO divulga imagem de estrela gigante bebê

ESO divulga imagem de estrela gigante bebê


Observatório Europeu do Sul divulga imagem de uma grande estrela  recém formada Foto: AFP

A imagem prova que as estrelas maciças nascem da mesma forma de suas 'irmãs' menores
Foto: AFP


O Observatório Espacial Europeu (ESO) divulgou nesta terça-feira a imagem de uma estrela maciça recém-nascida. A imagem inédita é uma sobreposição de fotos obtidas pelo Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, e pelo telescópio do ESO em sua base na terra.

Segundo os astrônomos, a imagem é a primeira evidência direta de que as estrelas muito grandes - aquelas que têm a massa no mínimo 10 vezes maior que o nosso Sol - nascem da mesma forma que as irmãs menores, a partir de uma nuvem de poeira e gás em forma de disco.

As informações são da agência AFP.

A explosão de raios-X cegou temporariamente o telescópio Swift

A explosão de raios-X cegou temporariamente o telescópio Swift  Foto: Reuters

A explosão de raios-X cegou temporariamente o telescópio Swift
Foto: Reuters


A maior explosão de raios-X já vista "cegou" temporariamente o telescópio Swift. A explosão foi gerada pela morte de uma estrela a 5 bilhões de anos atrás, segundo a agência espacial americana (Nasa) e cientistas britânicos. As informações são da Reuters.

Segundo o britânico Daily Mail, a fonte foi a queda de uma estrela em um buraco negro, o que causou uma explosão de raios não esperada pela missão do observatório (dividida entre Nasa, Reino Unido e Itália). "A intensidade dessas raios-X foi inesperada e sem precedente", diz o astrônomo Neil Gehrels à reportagem.

NASA mostra imagens de desastres naturais vistos do espaço


NASA mostra imagens de desastres naturais vistos do espaço


A imagem, capturada no dia 25 de abril, foi obtida pelo satélite  Aqua  Foto: Nasa/Divulgação

A imagem, capturada no dia 25 de abril, foi obtida pelo satélite Aqua

Foto: Nasa/Divulgação

Imagem mostra desmatamento na Amazônia. Os pontos vermelhos  mostram os locais mais devastados da floresta  Foto: Nasa/Divulgação

Imagem mostra desmatamento na Amazônia. Os pontos vermelhos mostram os locais mais devastados da floresta

Foto: Nasa/Divulgação

Foto divulgada pela Nasa mostra o rastro de fumaça e a mancha de  óleo, após explosão da plataforma de petróleo, em Louisiana  Foto: AFP

Foto divulgada pela Nasa mostra o rastro de fumaça e a mancha de óleo, após explosão da plataforma de petróleo, em Louisiana

Foto: AFP


Imagem divulgada pela Nasa mostra rastro da fumaça expelida pelo  vulcão Eyjafjallajokull  Foto: AFP

Imagem divulgada pela Nasa mostra rastro da fumaça expelida pelo vulcão Eyjafjallajokull

Foto: AFP


Imagem de satélite divulgada pela Nasa mostra mancha de óleo (na  cor prateada) que se alastra no delta do Rio Mississipi, nos Estados  Unidos  Foto: AFP

Imagem de satélite divulgada pela Nasa mostra mancha de óleo (na cor prateada) que se alastra no delta do Rio Mississipi, nos Estados Unidos

Foto: AFP



Imagem de satélite mostra a mancha de óleo se alastrando no Golfo  do México. A cruz vermelha indica o ponto exato onde fica a tubulação  danificada Foto: BBC Brasil

Mancha de óleo no Golfo do México é registrado pela Nasa
Foto: BBC Brasil


Os satélites da Nasa registram os desastres naturais que ocorrem na Terra, vistos do espaço.

Nos últimos meses, o vazamento de petróleo no Golfo do México e a nuvem de cinzas do vulcão Eyjafjallajokull, na Islândia, afetaram a vida de várias pessoas nos Estados Unidos e na Europa.

A tempestade tropical Agatha, que passou pela América Central no último fim de semana, também deixou um rastro de destruição e centenas de mortos e desaparecidos.

Veja aqui algumas das fotos desses desastres captadas pela agência espacial.

Fonte:NASA

NASA:Pode haver vida em lua de Saturno

Nasa: estudo mostra que pode haver vida em lua de Saturno


  Foto: Divulgação

Reprodução artística mostra superfícia de Titan, lua de Saturno que pode acolher vida
Foto: Divulgação


Pesquisadores da Nasa acreditam ter encontrado evidências claras de vida em Titan, uma das luas de Saturno. Segundo os especialistas, ela é a única que apresenta as características químicas para acomodar seres vivos.

As afirmações se baseiam na variação da quantidade recursos, como hidrogênio, na superfície de Titan. Duas pesquisas feitas tiveram resultados diferentes, sendo que a primeira mostrou uma maior quantidade que a segunda. Os cientistas acreditam que esses recursos tenham sido consumidos pela forma de vida presente no satélite.

"Acreditamos no consumo de hidrogênio, pois é o gás óbvio da vida em Titan, como temos aqui na Terra. Isso seria muito emocionante, pois seria uma segunda forma de vida, diferente da baseada na água, como na Terra", disso o astrobiólogo da Nasa, Chris McKay.

Fonte:NASA

Choque de planetas que formou a Terra


Estudo redefine data de choque de planetas que formou a Terra


Colisão entre dois planetas teria formado a Terra e a Lua Foto:  Divulgação

Colisão entre dois planetas teria formado a Terra e a Lua
Foto: Divulgação


Um estudo do Instituto Niels Bohr, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, indica que a criação da Terra e da Lua ocorreu mais cedo do que se pensava. Teorias indicavam que os dois corpos surgiram há 4,537 bilhões de anos, cerca de 30 milhões de anos após a formação do sistema solar. Contudo, os pesquisadores afirmam que a formação ocorreu pelo menos 130 milhões de anos depois do que se imaginava.

A pesquisa, que foi publicada no jornal científico Earth and Planetary Science Letters, diz que a colisão entre dois planetas - uma espécie de "Prototerra" e Theia - levou à criação da Lua e da Terra. Os dois planetas que colidiram tinham os tamanhos de Vênus e Marte e tinham núcleos massivos de ferro e cobertos por mantos de silicatos (rochas).

No momento de sua formação a Terra teria uma temperatura de 7 mil °C, o suficiente para derreter o metal e as rochas e misturá-los. "Nós determinamos as idades da Terra e da Lua usando isótopos de tungstênio, que podem revelar se os núcleos ferrosos e as superfícies rochosas se misturaram durante a colisão", diz Tais W. Dahl, do Instituto Niels Bohr.

Peixe já extinto é descoberto por rastros pré-históricos


Fóssil de  Notogoneus osculus  pertencente à coleção do Butte  National Monument, nos EUA Foto: Reprodução

Fóssil de Notogoneus osculus pertencente à coleção do Butte National Monument, nos EUA
Foto: Reprodução


O conjunto de rabiscos e marcas ovais era estarrecedor, de início. Mas foi apenas uma questão de tempo até que Anthony Martin, especialista em rastros de fósseis, decifrasse o código do fóssil, e o usasse para contar a história de um peixe que viveu há 50 milhões de anos no Lago de Fósseis de Wyoming - e nadou em águas antes consideradas profundas demais para a respiração de um peixe.

Os rabiscos eram impressões das barbatanas do peixe, varrendo o fundo do lago, disse Martin, um professor do departamento de estudos ambientais na Universidade Emory.

E as marcas ovais, exatamente do tamanho da boca do peixe, indicam que o peixe deslizava ao longo da parte mais funda do lago em busca de alimento. Usando a distância entre as marcas de barbatanas, Martin e seus colegas determinaram que o peixe tinha cerca de meio metro de comprimento. Eles concluíram que as marcas eram de um peixe, já extinto, conhecido como Notogoneus osculus.

As descobertas contradizem uma teoria anterior, de que o nível de oxigênio na parte mais profunda do lago, estimada entre 10 e 15 metros, seria baixo demais para que um peixe pudesse respirar, disse Martin.

"Não só havia peixes nadando ali, como eles estavam se alimentando", disse o pesquisador. Os resultados foram publicados na edição de maio da PLoS One.

The New York Times
The New York Times

Estudo: Terra sofre extinção em massa a cada 27 milhões de anos


Estudo: Terra sofre extinção em massa a cada 27 milhões de anos


Impactos de asteroides podem ser responsáveis por alguns dos  eventos de extinção em massa Foto: AFP

Impactos de asteroides podem ser responsáveis por alguns dos eventos de extinção em massa
Foto: AFP


Um estudo da Universidade do Kansas e do Instituto Smithsonian, ambos nos Estados Unidos, afirma que eventos de extinção em massa ocorrem no nosso planeta a cada 27 milhões de anos. Contudo, os cientistas afirmam que ainda vai demorar para isso ocorrer novamente, pelo menos alguns milhões de anos depois de 2012. As informações são do Daily Mail.

A pesquisa investigou os chamados "eventos de extinção" do nosso planeta nos últimos 500 milhões de anos - um período duas vezes maior que qualquer estudo anterior - e afirma ter provado que eles ocorrem com a regularidade de um metrônomo. Segundo a reportagem, os pesquisadores dizem estar 99% certos de que esses eventos ocorrem a cada 27 milhões de anos.

Nos anos 80, os cientistas acreditavam que a regularidade dos eventos de extinção na Terra era resultante de uma estrela distante, chamada Nêmesis. A teoria afirmava que essa estrela se chocava contra a nuvem de Oort - um suposto cinturão de poeira e gelo que ficaria a 1 ano-luz do Sol e seria a principal fonte dos cometas que passam pelo sistema solar - a cada 27 anos, jogando uma chuva de cometas contra a Terra.

Contudo, a regularidade dos eventos de extinção descartaria a ação de Nêmesis, já que sua órbita teria mudado durante este tempo por causa da interação com a força gravitacional de outras estrelas. "Dados de fósseis, os quais motivaram a ideia de Nêmesis, agora vão contra ela", dizem os pesquisadores à reportagem.

De acordo com o estudo, o último desses eventos ocorreu há 11 milhões de anos e fez desaparecer 10% da vida no planeta. Isso significa que o próximo evento deve ocorrer em 16 milhões de anos - apesar de que, em alguns casos, a extinção em massa ter ocorrido 10 milhões de anos antes do previsto.

Um dos exemplos mais conhecidos de extinção em massa ocorreu com os dinossauros. A teoria mais aceita pela comunidade científica é a de que um asteroide, que atingiu o México, teria causado a morte de 50% de todas as espécies da Terra e abriu caminho para que os mamíferos dominassem o planeta. O asteroide tinha 15 km de diâmetro e acredita-se que o impacto teve uma força de 1 bilhão de bombas atômicas de Hiroshima.