terça-feira, 15 de dezembro de 2009

NASA

apresenta provas da chegada à Lua







NASA/Goddard Space Flight Center/Arizona State University
NASA apresenta provas da chegada à Lua
Imagem atual dos restos da missão Apollo 14 na Lua: da esquerda para a direita, são visíveis os instrumentos científicos, as pegadas dos astronautas e o módulo lunar com sua sombra




Imagem atual dos restos da missão Apollo 14 na Lua: da esquerda para a direita, são visíveis os instrumentos científicos, as pegadas dos astronautas e o módulo lunar com sua sombra

Depois de admitir que apagou acidentalmente as fitas da chegada do homem à Lua em 1969, a NASA divulga mais uma notícia que promete causar polêmica.

A agência espacial divulgou fotos que incluem os vestígios da missão Apollo 11, que levou o homem à Lua pela primeira vez há quarenta anos.


O satélite de reconhecimento lunar LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter), lançado no dia 18 de junho, enviou fotos dos locais de aterrissagem das missões Apollo 11, 14, 15, 16 e 17. A LRO atingiu a órbita lunar no dia 23 de junho e as imagens divulgadas hoje foram tiradas entre os dias 11 e 15 de julho.
A trajetória elíptica da aeronave fez com que as resoluções das imagens fossem ligeiramente diferentes entre si, mas todas possuem por volta de 1,2 metro por pixel, segundo a NASA. Os restos das missões Apollo ocupam cerca de 9 pixels mas, como as fotos foram tiradas no momento em que o Sol estava baixo no horizonte, longas sombras dos restos dos módulos lunares foram criadas.

A imagem mais nítida é a da missão Apollo 14, lançada em janeiro de 1971. As condições de luminosidade, segundo a NASA, possibilitaram a captura de muitos detalhes: além dos instrumentos científicos, é visível a trilha de passos dos astronautas entre o módulo lunar e os experimentos.

A LRO é uma missão da NASA com participação do Instituto de Pesquisa Espacial de Moscou. Ela carrega sete instrumentos científicos, todos passando pelo processo de calibração e teste. Sua primeira missão de órbita, em Agosto, será fazer uma volta quase circular a pouco mais de 49 km da superfície lunar.

Para ver todas as fotos, basta acessar o site da NASA.

NASA fotografa olho no espaço

NASA fotografa olho no espaço




NASA/JPL-Caltech/The SINGS Team (SSC/Caltech)
NASA fotografa olho no espaço


Galáxia NGC 1097: buraco negro cercado de estrelas é fotografado por teléscópio espacial

A imagem capturada pela agência espacial americana impressiona por sua semelhança a um grande olho estelar. Trata-se, na verdade, de uma galáxia localizada a 50 milhões de anos luz da Terra. Sua forma espiral é como a da nossa Via Láctea, e o “olho” ao centro é, na verdade, um gig
Nomeada de NGC 1097, a galáxia foi fotografada pelo telescópio espacial Spitzer. Na imagem, feita em infravermelho, a luz com menor comprimento de onda é capturada em azul, enquanto as mais longas aparecem vermelhas. Os braços em espiral da galáxia e os raios agitados vistos entre eles, todos na cor vermelha, mostram poeira aquecida pelo nascimento de novas estrelas. Populações mais antigas de estrelas espalhadas pela galáxia são azuis.

Segundo a NASA, o anel em volta do centro está borbulhando com a formação de novas estrelas, a uma taxa bastante alta. Se comparado ao buraco negro localizado no meio da Via Láctea, que possui a massa de alguns milhares de sóis, este é gigantesco. Com cerca de 100 milhões de vezes a massa do nosso Sol, ele se alimenta de gás e poeira. Algumas teorias afirmam que ele pode se acalmar e eventualmente entrar em um estado mais dormente, como acontece com o buraco negro da nossa galáxia.

O ponto azul de destaque à esquerda, que parece ter se encaixado entre os longos braços vermelhos, é uma galáxia companheira, que tanto pode ter “cavado” um espaço ali no meio, como pode ter se alinhado com a área livre deixada entre os braços. Os outros pontos na imagem são estrelas próximas na nossa galáxia ou imagens de galáxias distantes.

Imagem da nebulosa Olho de Gato

Imagem da nebulosa Olho de Gato




NASA/UIUC/Y.Chu et al., Optical: NASA/HST
Sai imagem da nebulosa  Olho de Gato


Nebulosa Olho de Gato, a 3 000 anos-luz de distância

Dois centros de observação da NASA combinaram dados para criar esta imagem da nebulosa Olho de Gato, localizada a 3 000 anos-luz da Terra.

A imagem é resultado da junção de informações do Observatório de Raio-X Chandra e do Telescópio Espacial Hubble. A intensidade do brilho da cor alaranjada indica a emissão de raios-X: a quantidade emitida pela estrela central surpreendeu os astrônomos: é a primeira vez que se observa essa intensidade vinda do astro central de uma nebulosa planetária.




Apesar do nome, as “nebulosas planetárias” não possuem nenhuma relação com planetas. Elas se formam quando as reações no núcleo de uma estrela não conseguem mais segurar sua estrutura, o que força as camadas externas para fora. Justamente por estar morrendo, a nebulosa Olho de Gato libera gás e dá este efeito à foto.

Como é, realmente, a Via Láctea

Ciência

Como é, realmente, a Via Láctea




Como é, realmente, a Via Láctea
Estudo de imagens do espaço revela que a Via Láctea não é exatamente como se imaginava.

Analisando imagens infravermelhas do telescópio espacial Spitzer desde o ano passado, a NASA descobriu que a estrutura espiral central da nossa galáxia não possui quatro grandes braços centrais, como antes se pensava.



Na ilustração feita para retratar a descoberta, um artista mostra que, na verdade, ela possui uma espiral formada por apenas dois braços mais densos e dois outros menores, que espiralam entre seus companheiros mais brilhantes.


Os braços maiores (Scutum-Centaurus e Perseus) são bem mais densos, repletos tanto de estrelas jovens como velhas. Os dois menores (Norma e Sagittarius) são menos nítidos e, basicamente, possuem gás e bolsões de estrelas que ainda estão se formando.

Andrômeda é uma galáxia canibal


Andrômeda

é uma galáxia canibal




Andrômeda é uma galáxia canibal
NASA/JPL-Caltech/K. Gordon (University of Arizona)
Fato comprovado: a galáxia Andrômeda, a mais próxima da nossa Via Láctea, cresce engolindo as companheiras.

As evidências de que a M31, como também é conhecida, cresce à custa de outras constelações foram constatadas por uma junta internacional de pesquisadores e publicadas na Nature.


Embora os modelos existentes já previssem que a formação de galáxias e o aumento de sua massa se dessem mesmo dessa forma, obter dados que comprovassem a teoria se mostrava bastante difícil.

Localizada a cerca de 2,5 milhões de anos-luz, Andrômeda é a galáxia mais próxima da Terra. Seu disco se estende por 260 mil anos-luz, o que significa que um feixe de luz leva 260 mil anos para viajar de uma ponta da galáxia a outra. Para se ter uma ideia do tamanho, a Via Láctea possui 100 mil anos-luz de largura.

No estudo, os pesquisadores reportaram uma pesquisa panorâmica feita em Andrômeda. Nela, foram detectadas estrelas e estruturas que não fazem parte da formação original da galáxia. Isso muito provavelmente significa que elas seriam reminiscentes de galáxias anãs destruídas pelo campo de atração da M31.

Mas as descobertas não param por aí. Ao prosseguir as análises, os pesquisadores também perceberam que Andrômeda deve acabar engolindo sua galáxia companheira Triangulum (M33). A constatação foi feita após a descoberta de que havia feixes de estrelas da M33 se esticando em direção à M31. Há 3 milhões de anos-luz da Via Láctea, Triangulum possui 50 mil anos-luz de diâmetro - quer dizer, pelo menos por enquanto.

04 de setembro de 2009

NASA flagra galáxias em rota de colisão

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NASA flagra

galáxias

em rota

de colisão

14/12/09
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X-ray: NASA/CXC/SAO/M.Machacek; Optical: ESO/VLT; Infrared: NASA/JPL/Caltech
NASA flagra galáxias em rota de colisão



Duas galáxias em rota de colisão explicam misterioso abastecimento de um buraco-negro gigante.


A cerca de 300 milhões de anos-luz, a pequena galáxia IC 4970 (no topo da imagem) vem sendo estudada devido ao buraco-negro de rápido crescimento em seu centro.

ados de raio-X e infravermelho revelam que este corpo celeste, encapsulado em gás e poeira, é abastecido por material quente expelido pelas estrelas.

No entanto, os mesmo instrumentos também indicam que não há gás suficiente na IC 4970 para abastecer o crescimento do buraco-negro – o que leva à tese de que a galáxia companheira, NGC 6872, estaria também servindo como fonte de alimento.

As duas estariam em processo de colisão, e a atração gravitacional da IC 4970 provavelmente puxou as reservas de gás frio da galáxia, criando uma nova fonte de combustível para o buraco negro.

Na imagem, dados do Observatório de Raio-X Chandra aparecem em roxo, os dados infravermelhos do Telescópio Espacial Spitzer estão em vermelho e a luz visível captada pelo Very Large Telescope do ESO está em vermelho, verde e azul.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009