terça-feira, 3 de novembro de 2009

Buraco Negro

http://physicsact.files.wordpress.com/2007/10/626678-5556-ga.jpg
http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/cdocuments_and_settingscsassomeus_documentosminhas_imagensgalaxia_ngc_1097_buraco_negro.jpg

Na imagem divulgada pela agência americana, o buraco negro aparece como uma espécie de olho, rodeado por um anel esbranquiçado composto por milhares de estrelas em formação. A área azulada e escurecida ao redor do centro do olho é composta de gás e poeira, proveniente das estrelas sugadas pela força gravitacional.

A cor avermelhada dos braços em espiral é provocada pela poeira cósmica, aquecida pelas altas temperaturas das estrelas recém-nascidas, observadas pelos sensores do telescópio dentro do espectro infravermelho . Populações de estrelas envelhecidas são vistas na imagem como pontos azulados.

No canto esquerdo destaca-se uma segunda galáxia, retratada como uma mancha azul difusa e brilhante, aparentemente encaixada entre os braços espirais de NGC 1097.

Fonte: APOLO


1614402_2.jpg

Esta imagem da galáxia Centaurus

A coloca em evidência o

efeito de um buraco negro activo (NASA).

Um buraco negro é uma quantidade imensa de massa concentrada num ponto de tamanho zero, a que chamamos de singularidade. É difícil imaginar massa sem tamanho, mas um buraco negro pode ser milhões de vezes mais massivo que o Sol.

A singularidade exerce força gravitacional sobre tudo à sua volta, assim como o Sol, mas com uma diferença. A partir de uma certa distância, denominada raio de Schwarzschild, nada escapa à gravidade por ele exercida, independentemente da sua velocidade. Nem a própria luz. A esfera formada pelo raio de Schwarzschild é denominada horizonte de eventos, porque além dela não se vê nada. Quanto mais massivo é um buraco negro, maior é seu horizonte de eventos.

O buraco negro é uma estrela que perdeu o brilho e ficou extremamente densa.

A gravidade dela é tão alta que suga o que está ao seu redor e não deixa a luz de outros corpos escaparem.






Detalhes da imagem: Buraco negro sugando uma estrela do seu antigo sistema binário, vejam como a matéria passa pelo disco de acresção.



MAIS DETALHES SOBRE:Buraco negro



Um grupo de cientistas de vários países, liderados por Felix Mirabel, do Comissariat a l'Energie Atomique (França) e do Instituto de Astronomía y Física del Espacio/CONICET, (Argentina), descobriram um buraco negro, nosso vizinho, que se desloca velozmente no plano da nossaGaláxia.


o sistema do buraco negro GRO J1655-40Esta impressionante descoberta foi feita a partir de dados obtidos pelo Hubble Space Telescope, um projeto de cooperação internacional entre a European Space Agency (ESA) e a National Aeronautics and Space Administration (NASA).

Usando imagens que haviam sido obtidas em 1996 com outras obtidas em 2001 (imagem ao lado), os astrofísicos puderam calcular o movimento espacial do sistema composto por este buraco negro e sua estrela companheira. Para grande surpresa dos cientistas, verificou-se que o buraco negro desloca-se rapidamente na Via Láctea, ou seja, no plano da nossa Galáxia, com uma velocidade de 400000 quilômetros por hora. Esta velocidade é quatro vezes maior do que a velocidade média das estrelas na nossa vizinhança galáctica.
http://www.noao.edu/outreach/press/pr09/images/Boroson-Graphic.jpg


Sempre dizemos que os buracos negros não podem ser vistos uma vez que eles, por engolirem até mesmo a luz e não emitirem radiação, são totalmente escuros, podendo ser classificados como invisíveis.
No entanto, métodos indiretos permitem que os astrônomos detectem a presença de um buraco negro.

Se o buraco negro faz parte de um sistema binário, tendo portanto uma estrela companheira, as perturbações que ele provoca na órbita desta estrela são percebidas pelos astrônomos. Estudando o movimento da estrela e verificando-se que não existe qualquer companheira visível, os astrônomos deduzem a presença de um buraco negro como membro deste sistema binário.

Isto foi feito pelos pesquisadores que mediram o movimento deste sistema buraco negro - estrela ao longo do plano da Galáxia usando as imagens de alta resolução obtidas pelo Hubble Space Telescope em 1996 e 2001. Estes dados foram combinados com outros obtidos por telescópios situados na superfície da Terra, e o resultado foi surpreendente.
http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/249261.jpg

A NASA revelou imagens de um enorme buraco negro e seus efeitos sobre uma galáxia vizinha. A NASA afirma que estas
imagens são as melhores até o momento.

Elas mostram jatos de partículas de alta energia opostos, que chegam até aos limites mais afastados da galáxia, Centaurus A. Também são visíveis vários outros pequenos buracos negros em outros sistemas estelares binários. As imagens foram tiradas pelo Observatório Chandra de raios X durante mais de sete dias de observação contínua.


Quem é este buraco negro?
http://3.bp.blogspot.com/_vzXeVTLGBFI/Rfpn6HO6JMI/AAAAAAAABrY/Mmt4I-584Ac/s400/Vento%2Bde%2Bum%2Bburaco%2Bnegro.jpg
O buraco negro detectado pelo HST, e chamado de GRO J1655-40, está localizado na constelação Scorpius (Escorpião). Esta constelação, mostrada abaixo na magnífica fotografia de grande angular feita pelo astrofotógrafo japonês Akira Fujii, é uma das regiões mais bonitas da Via Láctea e pode ser obervada no céu brasileiro. No lado esquerdo desta imagem vemos o centro da nossa Galáxia.

a constelação Scorpius

Sobre a fotografia feita por Akira Fujii foi colocado um destaque quadrado, tirado do Digitized Sky Survey II, que nos mostra a região onde está o sistema do buraco negro GRO J1655-40.
a constelação Scorpius

Possivelmente este buraco negro foi criado na parte mais interna do disco da nossa Galáxia onde existe a maior taxa de formação de estrelas.
O buraco negro GRO J1655-40 é o segundo "microquasar" descoberto na nossa Galáxia. Damos o nome de "microquasar" aos buracos negros que tem, aproximadamente, a mesma massa que uma estrela. Eles se comportam como versões diminuidas dos buracos negros com muito mais massa que estão nas regiões centrais das galáxias extremamente ativas chamadas quasares. Desde 1970 os astrônomos sabem da existência de buracos negros com massas estelares. A massa deles pode variar de 3,5 a, aproximadamente, 15 vezes a massa do nosso Sol.
http://39.img.v4.skyrock.net/39e/escorpiano/pics/1735692892.jpg

O sistema em que vive o buraco negro

Usando os dados obtidos pelo HST, os astrônomos foram capazes de descrever o sistema em que está localizado o buraco negro. Ele possui uma estrela companheira que aparentemente sobreviveu à explosão da supernova que deu origem ao buraco negro.
Na imagem abaixo, o sistema do buraco negro GRO J1655-40 está marcado com um círculo e a seta mostra a direção do movimento que o buraco negro irá realizar nos próximos 100000 anos.

o buraco negro

A estrela companheira completa uma órbita em torno do buraco negro a cada 2,6 dias. Ela está envelhecendo e, lentamente, vai sendo devorada pelo buraco negro. Jatos de matéria estão sendo lançados para fora do sistema buraco negro - estrela à incrível velocidade de cerca de 90% da velocidade da luz.
http://images.iop.org/objects/physicsweb/news/12/4/15/BlackHoles.jpg
Representação artística de um buraco negro que existe no quasar OJ287 (fonte: NASA).

Descoberto Escorpião Gigante pré-histórico

Descoberto

Escorpião pré-histórico gigante

Escorpião

gigante

pré-histórico

Pesquisadores europeus encontraram a garra fossilizada de um escorpião do mar de 2,5 metros de comprimento em uma pedreira, na Alemanha, segundo artigo publicado na revista especializada Biology Letters.

A espécie viveu há 390 milhões de anos e foi nomeada Jaekelopterus rhenaniae. Ela teria habitado rios e pântanos

Garra do escorpião

Segundo os cientistas, o tamanho do escorpião sugere que outros animais, como aranhas, insetos, caranguejos e criaturas similares podem ter sido muito maiores no passado do que se pensava.

Veja reportagem em:

A criatura seria maior do que um homem de altura média

Apenas a garra encontrada mede 46 cms, indicando que o dono dela seria maior do que um homem de altura média.

O fóssil torna este escorpião quase 50 cms maior do que qualquer outro já encontrado anteriormente.

Acredita-se que os euriptéridos são os ancestrais aquáticos, já extintos, dos modernos escorpiões e possivelmente de todos os aracnídeos.

"O maior escorpião em existência mede quase 30 cms. Isso mostra o quão grande essa criatura era", disse Simon Braddy, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, um dos autores do artigo.

Markus Poschmann, co-autor, foi quem descobriu o fóssil perto de Prum, no sudoeste da Alemanha.

"Eu estava escavando pedacinhos de pedra com um martelo e um formão, quando me dei conta de que havia uma mancha negra de matéria orgânica em uma pedra recém-retirada", lembra ele.

"Depois de limpá-lo, pude perceber que se tratava do pedaço de uma garra grande. Apesar de não saber se ela estaria completa, decidi continuar a escavação."

"Os pedaços foram limpos separadamente, secos, e então colados. A garra foi então colocada em um molde de gesso para que fosse estabilizada."

Garra foi reconstruída pelos cientistas

Refeição gigante

A espécie viveu durante um período em que os níveis de oxigênio na atmosfera terrestre eram muito mais altos do que os de hoje.

Alguns paleontólogos acreditam que essa abundância de oxigênio foi parcialmente responsável pelo tamanho de muitos invertebrados que existiam na época, como centopéias monstruosas, baratas gigantes e libélulas jumbo.

Mas Braddy acredita que o tamanho gigante, na verdade, estava relacionado à falta de predadores vertebrados. Quando eles surgiram, os insetos gigantes viraram presa.

"Se você for grande, é mais provável que você seja visto e identificado como uma refeição gostosa", disse ele à BBC. "A evolução não seleciona os maiores; se você for pequeno, você consegue se esconder."

Acredita-se que os escorpiões começaram a andar na terra há cerca de 450 milhões de anos.

Enquanto alguns viraram animais terrestres, outros, como o Jaekelopterus rhenaniae, teriam mantido um estilo de vida aquático, ou semi-aquático.

gigante planeta gasoso orbitando a estrela tipo-Sol HD 209458, a 150 anos-luz da Terra.


Impressão de artista do gigante planeta gasoso orbitando a estrela tipo-Sol HD 209458, a 150 anos-luz da Terra. Os astrônomos usaram o Telescópio Hubble para observar este mundo e fazer a primeira detecção de uma atmosfera em torno do uma planeta extrasolar.
Crédito: NASA/G. Bacon

(clique na imagem para ver versão maior)


O trânsito de HD 209548b.

domingo, 1 de novembro de 2009

Galeria da NASA

Apreciem essas imagens que a Folha Online divulgou. Elas pertencem ao acervo da galeria permanente da NASA!

1.

Imagem de satélite mostra o vulcão Cleveland, no Alasca, soltando fumaça, em maio de 2006

2.

Sonda Opportunity mostra detalhes do solo do planeta Marte

3.

Astronauta Sunita L. Williams trabalha do lado de fora da Estação Espacial Internacional em janeiro de 2007

4.

Foguete prestes a ser lançado da base de Baikonur, no Casaquistão, em janeiro de 2007

5.

Imagem da sonda Spirit mostra detalhe do solo do planeta Marte

6.

Imagem da sonda Cassini mostra detalhes da lua Hyperion, do planeta Saturno

7.

Imagem da sonda Opportunity mostra detalhes do solo do planeta Marte

8.

Constelação V838, distante 20 mil anos-luz do Sol

9.

Imagem da sonda Cassini mostra o planeta Saturno e parte de seus anéis

10.

Nebulosa Olho de Gato, distante 3 milhões de anos-luz da Terra

11.

Imagem de dezembro de 2006 mostra o Sol em azul, feita a partir de lentes especiais

12.

Concepção artística mostra um buraco-negro gigante em uma galáxia remota, distante milhões de anos-luz da Terra

13.

Imagem da sonda Spitzer mostra a nebulosa Eagle

14.

Imagem da sonda Cassini mostra evidências de "lagos" em Titã, a maior lua de Saturno

15.

Imagem da sonda Opportunity mostra a cratera Endurance, no planeta Marte

Fonte: Folha Online

O Spitzer descobriu novas galáxias

http://ipac.jpl.nasa.gov/media_images/ssc2005-08b_medium.jpg
O Spitzer descobriu novas galáxias

O Spitzer descobriu uma população de galáxias brilhantes, a 11 mil milhões de anos-luz da Terra, que até aqui estavam tapadas por poeira.

O Telescópio Espacial Spitzer da NASA detectou vapor de água

http://sol.sapo.pt/photos/jmfc/images/1227583/original.aspx

O Telescópio Espacial Spitzer da NASA detectou vapor de água no espaço

http://ceticismo.net/wp-content/uploads/spitzer.jpg

O Telescópio Espacial Spitzer da NASA detectou vapor de água suficiente para encher cinco vezes os oceanos da Terra dentro de um ninho colapsante, uma região de formação estelar. Os astrónomos dizem que o vapor de água está caíndo a partir da nuvem natal do sistema e colidindo com um disco de poeira onde se pensa que os planetas se formam.


Estas observações providenciam o primeiro olhar directo de como a água, um ingrediente essencial para a vida tal como a conhecemos, começa a se dirigir para os planetas, possivelmente até para planetas rochosos como o nosso.


O Spitzer observou um jovem sistema estelar como o exemplificado na imagem, e descobriu no seu interior vapor de água em quantidades suficientes para encher os oceanos da Terra cinco vezes.
Crédito: NASA/JPL-Caltech


"Pela primeira vez, estamos a ver água sendo entregue à região onde os planetas provavelmente se formam," disse Dan Watson da Universidade de Rochester, Nova Iorque. Watson é o autor de um artigo sobre este sistema estelar jovem e "vaporoso", presente na edição de 30 de Agosto da revista Nature.

O sistema estelar, com o nome NGC 1333-IRAS 4B, está ainda crescendo dentro um casulo frio de gás e poeira. Dentro deste casulo, orbitando em torno da estrela embriónica, está um rebento morno em forma de disco, composto por materiais de formação planetária. Os novos dados do Spitzer indicam que o gelo do casulo exterior do embrião estelar está a cair na direcção da estrela em formação e a transformar-se em vapor à medida que colide com o disco.


Este diagrama ilustra as viagens que a água toma num jovem sistema estelar.
Crédito: NASA/JPL-Caltech


"Aqui na Terra, a água chegou na forma de asteróides e cometas gelados. A água também existe maioritariamente como gelo nas densas nuvens que formam as estrelas," disse Watson. "Agora observámos que a água, caíndo como gelo a partir do invólucro de um jovem sistema estelar até ao seu disco, na realidade é vaporizado à chegada. Este vapor de água irá mais tarde congelar novamente e formar asteróides e cometas."

A água é abundante no Universo. Foi detectada na forma de gelo ou gás em torno de vários tipos de estrela, no espaço entre as estrelas, e mais recentemente o Spitzer detectou a primeira assinatura de vapor de água num planeta quente e gasoso fora do nosso Sistema Solar, de nome HD 189733b.


Esta imagem tirada pelo Spitzer mostra o berçário estelar, de nome NGC 1333, que contém o jovem sistema estelar, IRAS 4B.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/Harvard-Smithsonian CfA


No novo trabalho do Spitzer, a água também desempenha um papel importante no estudo de detalhes do processo de formação planetária há muito procurados. Ao analisar o que está acontecendo à água em NGC 1333-IRAS 4B, os astrónomos estão aprendendo mais sobre o seu disco. Por exemplo, calcularam a densidade do disco (pelo menos 10 mil milhões de moléculas de hidrogénio por centímetro cúbico); as suas dimensões (um raio maior que a distância média entre a Terra e Plutão); e a sua temperatura (170 Kelvin, ou -103 graus Celsius).

"A água é mais fácil de detectar que outras moléculas, por isso podemos usá-la como sonda para estudar outros discos recém-formados e estudar a sua física e química," disse Watson. "Isto irá ensinar-nos muito mais sobre como os planetas se formam."

Watson e seus colegas estudaram 30 dos mais jovens embriões estelares usando o espectógrafo infravermelho do Spitzer, um instrumento que abre a radiação infravermelha num arco-íris de comprimentos de onda, revelando "impressões digitais" de moléculas. Dos 30 embriões estelares, encontraram apenas um, NGC 1333-IRAS 4B, com uma colossal assinatura de vapor de água. Este vapor é facilmente detectado pelo Spitzer, pois à medida que o gelo colide com o disco de formação planetária do embrião estelar, aquece muito rapidamente e brilha no infravermelho.

Porque é que apenas um entre 30 embriões estelares mostra sinais de água? Os astrónomos dizem que é muito provavelmente porque NGC 1333-IRAS 4B tem mesmo a orientação desejada para o Spitzer observar o seu núcleo denso. Também, porque esta fase aguada na vida de uma estrela é pequena e difícil de apanhar.


Gráfico de dados infravermelhos, que mostra a forte assinatura de vapor de água dentro do núcleo do um sistema estelar embriónico.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/Universidade de Rochester


"Capturámos uma fase única na evolução de uma jovem estrela, quando os constituintes da vida se estão movendo dinamicamente para um ambiente de formação planetária," disse Michael Werner, cientista da missão Spitzer no JPL da NASA em Pasadena, Califórnia.

NGC 1333-IRAS 4B está localizado numa linda região de formação estelar a aproximadamente 1000 anos-luz de distância na constelação de Perseu. O seu embrião estelar central está ainda a "alimentar-se" do material colapsando à sua volta e a crescer em tamanho. Nesta fase, os astrónomos não conseguem ainda determinar quão grande se tornará esta estrela.
http://2.bp.blogspot.com/_ps_NckTeJMU/ShwaBfeOX1I/AAAAAAAAADM/7rJJlX_sGLw/s400/Spitzer_space_telescope.jpg
Fonte: Centro Ciência Viva do Algarve

Telescópio Hubble pode ter encontrado vida extraterrestre


Telescópio Hubble pode ter encontrado vida extraterrestre


O Telescópio Espacial Hubble, que orbita o nosso planeta, encontrou dióxido de carbono em um planeta distante, um subproduto comum da vida biológica.
O planeta gigante, chamado de HD 189733b, está orbitando outra estrela. Apesar de ser muito diferente da nossa Terra a descoberta mostrou que a detecção de subprodutos da vida biológica pode ser um dos métodos utilizados para que encontremos vida alienígena.

A imagem acima, criada pela NASA, é uma representação artística do sistema.

Observações anteriores já encontraram vapor de água e metano na atmosfera do mesmo planeta. Apesar de o Hubble haver sido projetado para observações do espaço distante ele está inaugurando uma nova era para a astrofísica e para a ciência planetária comparativa.

Segundo os cientistas este novo campo de estudos atmosféricos de exoplanetas (planetas que orbitam estrelas diferentes do nosso Sol) pode levar à encontrar outras moléculas e, finalmente, à descoberta vida extraterrestre.

Alguns instrumentos de observação de emissões de luz infravermelha do Hubble foram utilizados para medir emissões do planeta que está a 63 anos-luz do nosso. Os gases da atmosfera do planeta absorvem certos comprimentos de onda de luz do interior quente e brilhante do planeta. Foi encontrado monóxido e dióxido de carbono, gases que deixam uma impressão espectral única na radiação que atinge a Terra. Foi a primeira vez que uma emissão próxima do infravermelho foi obtida de um exoplaneta.

Os cientistas afirmam que a razão para a alegria é justamente o dióxido de carbono que, sob certas circunstâncias, pode significar vida biológica como ocorre na Terra.

O telescópio espacial James Webb, que será lançado em 2013 para substituir o Hubble, será capaz de fazer medições muito mais precisas. [NASA]

http://chamorrobible.org/images/photos/gpw-20050122-Trifid-Nebula-NASA-Spitzer-ssc2005-02a2.jpg
gpw-20050122-Trifid-Nebula-NASA-Spitzer-ssc2005-02a2