domingo, 1 de novembro de 2009

Crateras da Lua estão entre os locais mais frios do Sistema Solar, diz Nasa

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Dados coletados por uma missão da Nasa que está fazendo um mapeamento da superfície da Lua apontam que crateras que ficam na região do polo sul do satélite podem ser alguns dos locais mais frios de todo o Sistema Solar.
Segundo as primeiras informações coletadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), que foi lançado no último dia 18 de junho, as temperaturas em regiões que nunca recebem a luz do Sol no interior dessas crateras podem chegar a -238º C, pouco acima do zero absoluto, -273,15 ºC.
“Essas temperaturas extremamente frias estão, até onde sabemos, entre as menores que já foram registradas em qualquer outro lugar do Sistema Solar”, diz David Paige, responsável pelo Diviner Lunar Radiometer Experiment, um dos sete instrumentos a bordo da missão e que está fazendo um mapeamento térmico da Lua.

Dados coletados por uma missão da Nasa que está fazendo um mapeamento da superfície da Lua apontam que crateras que ficam na região do polo sul do satélite podem ser alguns dos locais mais frios de todo o Sistema Solar.

Segundo as primeiras informações coletadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), que foi lançado no último dia 18 de junho, as temperaturas em regiões que nunca recebem a luz do Sol no interior dessas crateras podem chegar a -238º C, pouco acima do zero absoluto, -273,15 ºC.

“Essas temperaturas extremamente frias estão, até onde sabemos, entre as menores que já foram registradas em qualquer outro lugar do Sistema Solar”, diz David Paige, responsável pelo Diviner Lunar Radiometer Experiment, um dos sete instrumentos a bordo da missão e que está fazendo um mapeamento térmico da Lua.

Gelo

Segundo os pesquisadores, o fato de existirem esses locais com temperaturas extremamente baixas na Lua aumenta a probabilidade de que haja água e outros componentes congelados no interior dessas crateras.

A eventual presença de gelo nelas pode ser de extrema importância para futuras missões tripuladas ou não à Lua, principalmente se elas durarem longos períodos.

Isso porque a descoberta permitiria reduzir a quantidade de material que precisaria ser transportado da Terra em futuras missões.

O mapeamento térmico detalhado da Lua feito pelo Diviner Lunar Radiometer Experiment, além de localizar áreas extremamente frias, pode dar pistas sobre a composição de rochas e do solo, além de apontar regiões que podem ser perigosas para o pouso de veículos.

Os dados coletados apontam ainda que as variações de temperaturas na superfície da Lua estão entre as mais extremas do Sistema Solar.

Segundo as informações, ao meio-dia, na região no equador lunar, as temperaturas na superfície ultrapassam os 106°C. Durante a noite, no entanto, a temperatura cai a -183°C

ESO divulga descoberta de mais 32 planetas fora do Sistema Solar

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A Organização Europeia para Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul (ESO, na sigla em inglês) anunciou nesta segunda-feira (19) a descoberta de 32 exoplanetas. Exoplaneta, ou planeta extra-solar, é um planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol. O anúncio foi feito pelo astrônomo Stephane Udry durante conferência internacional sobre exoplanetas realizada na cidade de Porto, Portugal. As descobertas foram feitas pela equipe do High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher (Harps), espectrógrafo (instrumento que analisa as características de uma fonte de luz) do telescópio de 3,6 metros da ESO em La Silla, no Chile. Nos últimos cinco anos, o Harps identificou mais de 75 dos cerca de 400 exoplanetas conhecidos, em 30 diferentes sistemas planetários.

Descoberto Anel de Poeira Gigante ao redor de Saturno

Descoberto Anel de Poeira Gigante ao redor de Saturno


Anel de Poeira Gigante ao redor de Saturno

O que criou um grande anel de poeira em torno de Saturno? Com mais de 200 vezes o raio do planeta, o anel de poeira recém-descoberto é o maior anel do planeta já observado.

.http://www.noaa.com.br/sistema/wp-content/uploads/anel-sistema-solar-g-20091007.jpg.

O anel foi encontrado através de observações da luz infravermelha pelo Telescópio Espacial Spitzer.

.http://eternosaprendizes.com/wp-content/uploads/2009/10/Phoebe+ring+art+Saturn-720x576.jpg.


A hipótese principal para a sua origem é o material ejetado de impactos na lua de Saturno Phoebe, que orbita exatamente no meio do anel de poeira. Uma possibilidade adicional é que o anel de poeira fornece o material misterioso que reveste parte da lua de Saturno Iapetus que orbita perto da borda interna do anel de poeira. Na foto acima (no destaque), parte do anel de poeira aparece com cor laranja na frente de inúmeras estrelas de fundo.

A Semana dos Telescópios: Spitzer vai iniciar
[Imagem: Caltech/NASA]

Planeta descoberto pode ter menos de 2 mil anos



Planeta descoberto pode ter menos de 2 mil anos

Astrônomos americanos descobriram o planeta mais inabitável já estudado. Em apenas seis horas, a superfície passaria de 527º C para 1227º C.

O achado foi dos pesquisadores da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, que batizaram o inóspito planeta de HD 80606b. Antes dele, nunca havia sido encontrado um planeta fora do sistema solar com mudança de clima.

Leia também:






Observado por meio do telescópio Spitzer, da NASA, o HD 80606b está a 190 anos-luz da Terra, na constelação de Ursa Maior, e tem massa quatro vezes maior que Júpiter, o maior planeta do sistema solar.

O descobrimento do planeta foi capa da revista Nature . De acordo com a equipe de astrônomos liderada por Gregory Laughlin, o objeto de estudo tem a órbita mais excêntrica já estudada.

A distância do planeta para sua estrela-mãe é de 130 milhões de quilômetros (85% da distância da Terra ao Sol). Porém, uma vez a cada 111 dias, em seu periastro, ele chega a 5 milhões de quilômetros dela (10 vezes mais próximo que a distância de Mercúrio ao Sol), o que o expõe a uma radiação 800 vezes maior.

É neste período que o planeta atinge a temperatura máxima de 1227º C, e cria ondas de choque em sua superfície. O mais interessante, segundo os pesquisadores, é que ele gira de modo que sempre o mesmo lado fica apontado para a estrela-mãe, ou seja, enquanto um lado está “incandescente”, o outro permanece mais frio.

Dia 13 de fevereiro, há 15% de possibilidade do planeta passar a frente de sua estrela, o que permitirá que seja observado até mesmo por telescópios de astrônomos amadores na Terra.






Pesquisadores britânicos da Universidade de St Andrews, na Escócia, detectaram um "planeta em estágio embrionário", nos arredores do nosso Sistema Solar, que pode ter menos de 2 mil anos de idade.

A descoberta foi apresentada na Reunião Nacional de Astronomia da Grã-Bretanha, em Belfast.

A equipe de astrônomos disse que detectou, em volta de uma estrela, uma bola de poeira e gás que está se transformando em um planeta gigante.

A cientista que liderou as pesquisas, Jane Greaves, afirmou que a descoberta foi uma grande surpresa e acrescentou que o crescimento do planeta pode ter sido desencadeado pela passagem de uma outra jovem estrela pelo sistema há cerca de 1,6 mil anos.

"Na verdade (o planeta) não era o que estávamos procurando. E ficamos surpresos quando encontramos. O planeta mais jovem já confirmado tem 10 milhões de anos", disse Greaves.


Disco de gás

Os cientistas começaram estudando um disco de gás e partículas rochosas em volta da estrela HL Tau, que está a 520 anos-luz da Terra, na constelação de Touro, e teria menos de 100 mil anos.

O disco seria gigantesco e brilhante, o que o torna um local excelente para a procura por sinais de planetas em processo de formação.

Segundo os pesquisadores a imagem que eles conseguiram é a de um planeta primitivo, ainda envolto no material presente em seu nascimento.

De passagem

Para Ken Rice, do Instituto de Astronomia de Edimburgo, na Escócia, a descoberta joga nova luz nas teorias sobre a formação de planetas.

Segundo um modelo de teoria, os planetas se formam de baixo para cima. Observando este cenário, as partículas de material rochoso colidem e "grudam" umas nas outras, formando um objeto cada vez maior.

Para Rice o planeta primitivo perto da estrela HL Tau se formou de maneira relativamente rápida quando uma região do disco sofreu um colapso, formando uma estrutura independente. Isto poderia ter ocorrido devido à instabilidade no próprio disco.

E, o mais intrigante, uma outra jovem estrela na mesma região, chamada XZ Tau, pode ter passado bem próxima da HL Tau, há cerca de 1,6 mil anos.

Apesar de isso não ser necessário para a formação de um novo planeta, é possível que a passagem desta estrela tenha perturbado o disco, tornando-o instável. E, em termos astronômicos, este evento é muito recente.

"É possível que (a estrela XZ Tau) tenha dado 'puxão' em um lado do disco em volta da HL Tau, o que fez com que ele ficasse instável, e este foi o 'gatilho' para que o planeta se formasse", disse Rice.

"Se o planeta foi formado nos últimos 1,6 mil anos, este evento seria incrivelmente recente", acrescentou o cientista.

Fonte BBC

Novo Planeta Descoberto


Descoberto planeta com tamanho próximo ao da Terra

Mesmo sistema pode conter planeta gigante coberto por oceano, diz um dos autores da descoberta

..

Ilustração do sistema de Gliese 581,
com o novo planeta em primeiro plano


O astrônomo Michael Mayor anunciou nesta terça-feira, 21, a descoberta do mais leve planeta já encontrado fora do Sistema Solar. O planeta foi catalogado como o astro "e" do sistema Gliese 581 e tem pouco menos de o dobro da massa da Terra. A mesma equipe refinou op cálculo da órbita do planeta Gliese 581 d, descoberto em 2007, determinando que ela fica dentro da chamada zona habitável do sistema, onde pode existir água no estado líquido.
http://sol.sapo.pt/photos/jmfc/images/1227583/original.aspx
Spizer

Satélite caçador de planetas terrestres envia primeiras imagens

As descobertas foram feitas com o uso do telescópio do Observatório Europeu baseado em La Silla, no Chile.

"O santo Graal da pesquisa atual de planetas fora do Sistema Solar é a detecção de um planeta rochoso, semelhante à Terra, na zona habitável", disse Mayor, em nota sobre a descoberta.

http://oglobo.globo.com/fotos/2007/02/22/22_MHG_CIE_HD.jpg

O planeta Gliese 581 e gira em torno de sua estrela - localizada a 20,5 anos-luz, na constelação de Libra - em 3,15 dias. "Com apenas 1,9 massa terrestre. é o menos massivo dos exoplanetas já detectados e é, muito provavelmente, rochoso", disse um dos coautores da descoberta, Xavier Bonfils. O mundo recém-descoberto fica muito perto da estrela, e por isso está fora da zona habitável.

Observações anteriores já haviam revelado que a estrela Gliese 581 possui três outros planetas. Os demais mundos são Gliese 581 b, com 16 massas terrestres; Gliese 581 c (cinco massas terrestres); e Gliese 581 d (sete massas terrestres).

O planeta mais distante da estrela, Gliese 581 d, completa uma órbita em 66,8 dias. "Gliese 581 d é provavelmente pesado demais para ser feito só de rocha, mas podemos especular que este é um planeta gelado que migrou para Amis perto da estrela", disse outro membro da equipe que estuda o sistema, Stephane Udry. Novas observações revelaram que este planeta está, inegavelmente, na zona habitável. O 'd' pode até mesmo estar coberto por um grande oceano profundo. É o primeiro sério candidato a um 'mundo de água'", comentou ele.

Outras notícias:

Pela segunda vez, astrônomos detectaram moléculas básicas da vida na atmosfera de um planeta gigante gasoso que fica fora do Sistema Solar. O anúncio, feito por cientistas da Nasa (agência espacial norte-americana), ocorre pouco depois da descoberta de 32 planetas localizados ao redor de outras estrelas e de sinais de moléculas orgânicas em Haumea, um planeta anão do nosso Sistema Solar.

http://estaticos03.cache.el-mundo.net/elmundo/imagenes/2008/12/10/1228921919_g_0.jpg
Vida
As descobertas, porém, ainda não evidenciam um sinal claro de vida extraterrestre. "Um sinal claro de vida exige, primeiro, um planeta onde possa haver vida. Depois, a detecção de moléculas relacionadas a processos biológicos. E, por fim, a evidência de que a abundância dessas moléculas requer atividade biológica", explica Mark Swain, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Nasa. "Nós apenas não fomos capazes, ainda, de satisfazer a todos os três critérios."
http://slsnake.files.wordpress.com/2009/01/xxx.jpg


O planeta no qual foi detectada a presença de água, metano e dióxido de carbono falha logo no primeiro critério. Chamado HD 209458b, esse mundo é um "Júpiter quente", um gigante gasoso que orbita muito perto de sua estrela, a um oitavo da distância que separa Mercúrio do Sol, na constelação de Pégaso, a 150 anos-luz da Terra.



A estrela em torno da qual HD 209458b gira é semelhante ao Sol. A descoberta da matéria orgânica foi feita com o uso dos telescópios espaciais Spitzer e Hubble. O Hubble detectou as moléculas e o Spitzer calculou suas concentrações.
Fonte:
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 6 de setembro de 2009

Albinos nascem de mãe negra no Brasil

Nasceram sem cor, numa família de pretos. Três irmãos que sobrevivem fugindo da luz. Os insultos do colégio viraram identidade. A mãe cochicha que são anjinhos. Eles têm raça sim. São filhos de mãe negra. O pai é moreno. Estiraram língua para as estatísticas e, por um defeito genético, nasceram albinos. Negros de pele branca. A chance dos três nascerem assim na mesma família era de uma em um milhão. Nasceram. Dos cinco irmãos, apenas a mais nova é filha de outro pai.

article-1210632-063CFA18000005DC-217_634x710Essa é a história do contrário. Os dedos cruzados são sempre para chover. É o convite para o banho de mar na Praia Del Chifre, em Olinda. Rezam para espantar o domingo de sol. Só assim, com o céu pintado de preto, são crianças. Kauan, 5 anos, Ruth Caroline, 10, e Esthefany Caroline, 8, têm a liberdade controlada pelo fator do protetor solar.

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Não é só isso. São pobres e feridos. Não há dinheiro para parcelar a proteção. O PhotoDerm 100 é o maior sonho dos “galeguinhos” da V-9, favela de Olinda. Custa R$ 96 e só dura três semanas. O jeito é se esconder em casa mesmo. Televisão grudada no rosto. Vez por outra, Kauan, num estouro de criança, desafia o maior inimigo. Fecha os olhos e corre feito louco no meio da rua. Grita para o sol e escuta outro grito maior lá de dentro. É a mãe, Rosemere Fernandes de Andrade, 27, tentando evitar mais uma noite de ardor e ventilador ligado no máximo.

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

NOTÍCIA: Meteorito atinge garoto

Gerrit Blank, 14 anos, foi atingido na mão por um objeto do tamanho de uma ervilha, em Essen
Gerrit Blank, 14 anos, foi atingido na mão por um objeto
do tamanho
de uma ervilha,
em Essen
15 de junho de 2009
Telegraph/Reprodução

















Um adolescente alemão de 14

anos teve a sorte de sobreviver

ao impacto de um meteorito

que caiu na cidade de Essen,

na Alemanha. Gerrit Blank foi

atingido em uma das mãos

quando estava a caminho da

escola por um fragmento

altamente magnético, com o

tamanho de uma ervilha,

que estaria a mais de 48 mil km/h.

As informações são do jornal

britânicoTelegraph.

Apesar de ser uma rocha

espacial pequena, as chances

do ser humano sobreviver a esse

tipo de acontecimento inusitado

são de uma em 1 milhão,

segundo o periódico.

"A maioria dos fragmentos

não chega a atingir o solo porque

evapora ao entrar na atmosfera.

Entre aqueles que conseguem,

seis em cada sete caem na

água", informa Ansgar Kortem,

diretor do Observatório Walter

Hohmann, na Alemanha,

citado pelo Telegraph.

O que poderia ter ganho

proporções fatais para o jovem

resultou em uma cicatriz de 8 cm.

Gerrit contou que viu

uma grande bola de luz antes

de ser jogado para cima e sentir

uma dor forte na mão.

Conforme o garoto, o barulho

de trovão que sucedeu o clarão

luminoso foi tão forte que

seus ouvidos escutaram

um zumbido durante horas.

Análises químicas detalhadas

do objeto confirmaram que

ele realmente veio do espaço.

Gerrit é a segunda pessoa

a sobreviver à queda de um

meteorito.

Em novembro de 1954,

uma rocha do tamanho de

uma laranja caiu sobre uma

casa no Alabama, Estados

Unidos, enquanto uma

mulher dormia.

Redação Terra