quinta-feira, 28 de maio de 2009

SS fotografa estranhos círculos no gelo de lago russo

Anéis escurecidos como o do centro da foto, com diâmetro de 4,4 km, foram clicados pelos astronautas do espaço..

ISS fotografa estranhos círculos no gelo de lago russo

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Anéis escurecidos como o do centro da foto, com diâmetro de 4,4 km, foram clicados pelos astronautas do espaço
26 de maio de 2009
Nasa/Divulgação
e

Estranhos círculos formados sob a camada de gelo que cobre a superfície do grande lago Baikal, ao sul da Sibéria (Rússia), foram fotografados pelos astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS). Na área onde se formou um dos anéis escurecidos, com diâmetro de 4,4 km, também ficou visível a fragilidade do gelo. As informações são do Terra Chile.

Apesar do aparecimento de círculos não ser algo novo - outros aparaceram em 1985 e 1994 -, a origem do seu desenvolvimento ainda é desconhecida. Segundo especialistas, a camada sólida do lago pode se quebrar à noite e voltar a congelar na manhã do outro dia.

No mês de abril, o fenômeno pode ser visto com mais freqüência, aparecendo quando a cobertura de gelo se forma e desaparecendo quando o gelo derrete. O aspecto da camada sólida visto na foto parece frágil, mas os especialistas garantem que o gelo se mantém forte até o final de junho.

Redação Terra

domingo, 17 de maio de 2009

Sodoma e Gomorra: Destruídas por meteorito?

Sodoma e Gomorra foram destruídas por um meteorito?

Planisfério assírio, meteorito sobre Sodoma, British MuseumOs cientistas britânicos Alan Bond, diretor da empresa de propulsão espacial Reaction Engines, e Mark Hempsell, especialista em astronáutica da Universidade de Bristol, decifraram as inscrições cuneiformes de um bloco de argila datado de 700 a.C.

Eles concluíram se tratar do testemunho lavrado por um astrônomo sumério descrevendo a passagem de um asteróide cujas características se assemelham à chuva de fogo que arrasou as cidades de Sodoma e Gomorra.

As informações circularam largamente por órgãos de imprensa como a BBC Brasil ou diários como o Times de Londres, La Stampa de Turim, ou The Australian. Elas são objeto de crítica e análise . Os especialistas reuniram dados e conclusões no livro “A Sumerian Observation of the Kofels Impact”, publicado em Londres.

A tabuleta foi descoberta nas ruínas de Nínive por Sir Henry Layard em meados do século XIX. Estava exposta no British Museum. Ela é conhecido como “Planisfério” (foto) e há 150 anos os cientistas vêm disputando sobre seu verdadeiro significado.

No objeto há anotações de um astrônomo milhares de anos atrás. O “Planisfério” é uma cópia feita por volta do ano 700 a.C. de uma tabuleta suméria muito anterior.

Bond e Hempsell apelaram a tecnologias computadorizadas para simular a trajetória de objetos celestes. Assim reconstruíram o céu observado por esse astrônomo há milhares de anos. Os cálculos apontaram que o evento descrito aconteceu na noite do dia 29 de junho de 3123 a.C., de acordo com o calendário juliano.

Asteroide penetrando na atmosfera, reconstituição artísticaOs pesquisadores interpretam que a metade do "Planisfério" informa a posição dos planetas e das nuvens. A outra metade descreve a trajetória de um asteróide de mais de um quilômetro de diâmetro.

Mark Hempsell diz que, pelo tamanho e rota do objeto, pode se tratar do asteróide que caiu na região de Köfels, nos Alpes austríacos. O meterorito não deixou cratera, pois provocou enorme desabamento no morro contra o qual bateu.

O asteróide teria voado próximo ao chão, e as ondas supersônicas que produziu impactaram a Terra com força cataclísmica.

O meteorito teria gerado uma bola de fogo com temperaturas de até 400ºC e teria devastado por volta de 1 milhão de quilômetros quadrados. Segundo Hempsell a devastação se assemelha à descrição bíblica da destruição de Sodoma e Gomorra, e catástrofes mencionadas em mitos antigos.

Para o pesquisador a nuvem de fumaça causada pela explosão do asteróide teria atingido o Sinai, algumas regiões do Oriente Médio e o norte do Egito.

Em Köfels, há traços de um impacto cósmico que provocou o desabamento numa área de 5 quilômetros de largura. Nenhuma forma de vida deve ter sobrevivido em tal vez centenas de quilômetros em volta.

Cometa McNaught visto no ceu da cidade de Christchurch,Nova ZelandaPara Hempsell e Bond a trajetória do meteorito descrita na tabuleta leva a achar que no seu percurso, o asteróide causou pavorosas destruições numa longa faixa. Sodoma e Gomorra estavam nessa faixa e teriam sido destruídas pelo fogo e pela onda de impacto provocada pelo meteorito.

O Gênesis assim descreve o acontecimento:

20. O Senhor ajuntou: “É imenso o clamor que se eleva de Sodoma e Gomorra, e o seu pecado é muito grande.
21. Eu vou descer para ver se as suas obras correspondem realmente ao clamor que chega até mim; se assim não for, eu o saberei.”
Abraão que “ficou em presença do Senhor” fez apelo para salvar as cidades ímpias. Abraão obteve que Deus pedoasse as cidades se nelas e encontrasse dez justos.
32. Abraão replicou: “Que o Senhor não se irrite se falo ainda uma última vez! Que será, se lá forem achados dez?” E Deus respondeu: “Não a destruirei por causa desses dez.”
33. E o Senhor retirou-se, depois de ter falado com Abraão, e este voltou para sua casa. (Gen, 19-ss)
Porém, nem esses dez justos havia. Dois anjos foram até Sodoma para tirar Lot e sua família. Mas foram percebidos pela população que rodeou a casa de Lot e exigiu com violência que lhes fossem entregues para abusarem deles.
9. Eles responderam: “Retira-te daí! – e acrescentaram: Eis um indivíduo que não passa de um estrangeiro no meio de nós e se arvora em juiz! Pois bem, verás como te havemos de tratar pior do que a eles.” E, empurrando Lot com violência, avançaram para quebrar a porta.
10. Mas os dois (viajantes) estenderam a mão e, tomando Lot para dentro de casa, fecharam de novo a porta.
11. E feriram de cegueira os homens que estavam fora, jovens e velhos, que se esforçavam em vão por reencontrar a porta.
12. Os dois homens disseram a Lot: “Tens ainda aqui alguns dos teus? Genros, ou filhos, ou filhas, todos os que são teus parentes na cidade, faze-os sair deste lugar,
13. porque vamos destruir este lugar, visto que o clamor que se eleva dos seus habitantes é enorme diante do Senhor, o qual nos enviou para exterminá-los.”
14. Saiu Lot, pois, para falar a seus genros, que tinham desposado suas filhas: “Levantai-vos, disse-lhes, saí daqui, porque o Senhor vai destruir a cidade.” Mas seus genros julgaram que ele gracejava.
15. Ao amanhecer, os anjos instavam com Lot, dizendo: “Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que estão em tua casa, para que não pereças também no castigo da cidade.”
16. E, como ele demorasse, aqueles homens tomaram pela mão a ele, a sua mulher e as suas duas filhas, porque o Senhor queria salvá-los, e o levaram para fora da cidade. (Gen, 19-ss)
Lot foge de Sodoma destruida pelo fogo divino, Gustave DoréLot impetrou e obteve de Deus que o casario de Segor fosse poupado para nele se refugiar com os seus.
23. O sol levantava-se sobre a terra quando Lot entrou em Segor.
24. O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu.
25. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo.
26. A mulher de Lot, tendo olhado para trás, transformou-se numa coluna de sal.
27. Abraão levantou-se muito cedo e foi ao lugar onde tinha estado antes com o Senhor.
28. Voltando os olhos para o lado de Sodoma e Gomorra e sobre toda a extensão da planície, viu subir da terra um fumo espesso como a fumaça de uma grande fornalha.
29. Quando Deus destruiu as cidades da planície, lembrou-se de Abraão e livrou Lot do flagelo com que destruiu as cidades onde ele habitava. (Gen, 19-ss)
* * *
A tese defendida pelos britânicos Alan Bond e Mark Hempsell tem verossimilhança. Porém ainda deve passar pelo crivo da crítica científica. Isto pode demorar anos e trazer tal vez enriquecimentos ou modificações importantes. Ou até sua substituição por outra. Ou a sua confirmação, seja pela demonstração definitiva, seja pelo consenso dos cientistas prudentes.

A proposta, entrementes, não deixa de fornecer valiosos elementos para a reflexão.

Sodoma e Gomorra, John Martin.Segundo ensina a teologia católica, Deus costuma agir por meio de causas segundas. Quer dizer por meio de seres criados, como elementos da natureza, homens ou anjos.

No caso de Sodoma e Gomorra, Deus se valeu do fogo: “fez cair uma chuva de enxofre e de fogo”.

A dedução de Bond e Hempsell explicaria a “causa segunda” empregada por Deus para gerar a formidável massa de fogo capaz de provocar a “grande fornalha” que “destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo”: um meteorito que causou profunda impressão nos astrônomos caldeus que o viram passar.

O local estimado de Sodoma e Gomorra fica nas vizinhanças do Mar Morto, nos sítios arqueológicos de Bâb ed-Dhra e Numeira.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A Idade do Gelo

O que era a Idade do Gelo ou Era Glacial ?O ciclo vai se repetir\?

Egito Era Glacial.

...
A Idade do Gelo ou Era Glacial é a designação dada ao período em que a Terra se encontra com uma atmosfera composta por uma quantidade muito elevada de água (umidade excessivamente elevada do ar), quando tem seus ajuntamentos de água bastante ampliados (chegando a atingir a própria atmosfera da Terra), mantendo assim uma temperatura muito baixa (por isso também chamada Idade do Gelo), diminuindo o nível dos oceanos e gerando condições de vida bastante inóspitas.
http://3.bp.blogspot.com/_5yWnBoaF-8g/SP4t1oScBEI/AAAAAAAABb0/RPn6o23_f4I/s320/Bransfield-Strait.jpg.


O primeiro sinal da aproximação de um novo período frio aconteceu quando um bloco de gelo desceu do Norte em direção à Islândia transportando ursos polares. Este acontecimento verificou-se em 1203.

Durante esta primeira fase da chegada de uma era de frio, sucederam-se tempestades e cheias que abrangeram o Mar do Norte e as costas atlânticas da Europa. Estas tempestades fizeram muitos pescadores e marinheiros perder a vida.

Nuvens de areia transportadas pelas tempestades provocaram o aparecimento de enormes dunas. O florescente porto de Kenfig, próximo de Port Talbot, no sul do País de Gales, teve de ser abandonado após uma tempestade que o cobriu de areia.

Muitas vilas experimentaram grandes problemas com estas tempestades. Algumas ficaram enterradas. Tal como florestas próximo das costas. No dia 19 de Agosto de 1413 a pequena cidade de Forvie, próximo de Aberdeen, ficou soterrada sob 30 metros de areia.

No século XIII sucederam-se muitas tempestades e cheias. Calcula-se que durante as tempestades de 1200, 1212-1219, 1237 e 1362 tenham morrido cerca de 100 mil pessoas ao longo da costa alemã e da holandesa, no Mar do Norte.

No norte dos Países Baixos, o Zuider Zee transbordou e submergiu as explorações agrícolas. A última tempestade foi designada “Grote Mandrake” que significa “grande afogamento”.

As cheias coincidiram muitas vezes com a preia-mar. Em 1240 e 1362, o mar engoliu 60 comunidades ao longo das costas da Alemanha e dos Países Baixos, no Mar do Norte. A água salgada destruiu bastantes explorações agrícolas.

Durante o MWP, a ilha alemã de Helgoland, no Mar do Norte, tinha um diâmetro de 60 quilómetros. Metade da ilha desapareceu com as tempestades de 1300. Igrejas e vilas inteiras deixaram de existir com a redução da ilha para um raio de 25 quilómetros.

Em 1315 a Flandres esteve mais ou menos debaixo de água. Essa situação prejudicou a campanha militar de Luis X. Os cavalos afundavam-se até à cintura. As carruagens atolavam-se na lama. A infantaria atolava-se nos campos pantanosos.

Como as rações rareavam o rei Luis X teve de dar ordens para recuarem imediatamente. Os naturais da Flandres, agradecidos, consideraram as cheias como um milagre ou uma dádiva divina. Para eles, o clima passou a ter um toque religioso.

De facto, 1315 foi um ano mau, com frio e chuvas torrenciais. Milhares de hectares de cereais não amadureceram e o feno não se aproveitou. O ano seguinte foi também um ano terrível com chuva, frio e inundações na Europa central.


As tempestades de 1421, 1446 e 1570 causaram mais de 400 mil mortes. As margens ribeirinhas foram das que mais sofreram. A cidade de Colônia esteve um ano debaixo de cheias. Era possível andar de barco dentro da cidade.

Mas no ano seguinte, o Reno secou de tal forma que se podia atravessá-lo a pé. Os europeus sofreram severas tempestades, cheias, secas e frios intensos nos Invernos.

Em 1588, a Armada Britânica lutava com a Armada Espanhola na costa ocidental da Irlanda. De repente sucedeu uma violenta tempestade. A Armada Espanhola perdeu mais barcos devido à tempestade do que na luta contra a Armada Britânica.

Os indícios da existência dessa era são bastante evidentes até mesmo para as nossas épocas.
http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2009/03/31_2433-dino2.jpg

http://www.edukbr.com.br/mochila/gifs/cavalo1.gif.
A existência de fósseis de animais extintos, como dinossauros (animais répteis), e certas características em animais sobreviventes nos períodos atuais mostram fortemente os indícios da sua existência. Segundo levantamentos feitos por estudiosos, o fim do período da Era Glacial, é dado pela mudança da umidade atmosférica, fazendo com que se dê uma diminuição da quantidade de água existente no ar (queda da umidade relativa do ar), gerando assim uma maior acumulação nos oceanos e originando o aquecimento em nível global.
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http://www.infoescola.com/Modules/Articles/Images/trilobite.jpg.
Fóssil do Trilobite
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QUATERNÁRIO

(animais extintos)

PLEISTOCENO

mamíferos proboscídeos

cordados mamíferos proboscídeos

mammuthus primigenius

grande proboscídeo da era glacial chegava a Ter mais de 4m vivia no Norte da Europa e América do Norte, alguns acreditam que este animal foi caçado até a extinção pelos homens primitivos

mammuthus imperator

grande proboscídeo o maior de todos os proboscídeos estavam no seu momento auge

haplomastodon

elefante sul-americano que habitava o Brasil e vários países da América do sul conheceu sua extinção no final da ultima era glacial

stegomastodon

elefante sul-americano que habitava a Argentina, Uruguai e sul do Brasil conheceu sua extinção no final da última era glacial

cuvieronius

elefante sul-americano que habitava a cordilheira dos Andes conheceu sua extinção no final da ultima era glacial

mammut

os mastodontes chegaram ao fim de sua evolução habitando quase todo o mundo, este é norte americano

mammuthus meridionales

elefante europeu, os elefantes europeus eram comuns no pleistoceno e havia de todos os tamanhos e formas

elephas antiquus

elefante europeu, os elefantes europeus eram comuns no pleistoceno e havia de todos os tamanhos e formas

elephas trogontherii

elefante europeu, os elefantes europeus eram comuns no pleistoceno e havia de todos os tamanhos e formas

elephas mnaidriensis

elefante europeu, os elefantes europeus eram comuns no pleistoceno e havia de todos os tamanhos e formas, este era anão

elephas melitensis

elefante europeu, os elefantes europeus eram comuns no pleistoceno e havia de todos os tamanhos e formas, este era anão

elephas falconeri

elefante europeu, os elefantes europeus eram comuns no pleistoceno e havia de todos os tamanhos e formas, este era anão e não passava dos 90cm acredita-se que se extinguiu no holoceno pois existem lendas falando deste elefante na Scília e outros lugares da Itália

anancus arvernensis

mastodonte pleistocenico europeu de porte médio..


Durante os últimos milhões de anos houve várias eras glaciares, ocorrendo com freqüências de 40.000 a 100.000 anos, entre as quais se destacam:
* Glaciação de Günz - há cerca de 700 mil anos * *Glaciação Mindel - há cerca de 500 mil anos * *Glaciação Riss - há cerca de 300 mil anos
* Glaciação Würm - há cerca de 150 mil anos
De fato, estaríamos em vésperas de uma nova Era Glacial, já que em média o planeta experimenta 10.000 anos de era quente a cada 90.000 anos de Era de Gelo.
Devido à ação humana (principalmente através de atividades industriais e do desmatamento florestal), o planeta tem experimentado no último século um período de aquecimento cada vez mais acelerado, quando, a esta altura, já deveria estar iniciando sua fase de esfriamento para entrar em uma nova era do gelo.
http://www6.worldisround.com/photos/28/453/150_o.jpg
Esta região era glacial coberta de gelo
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Se por um lado esse aquecimento global evitaria uma nova glaciação e seus característicos contratempos; por outro está provocando grandes desastres ecológicos como furacões e tornados, secas e queda na diversidade biológica
http://www.achetudoeregiao.com.br/noticias/gifis/geleira.jpg
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Degelo da calota polar
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http://cache02.stormap.sapo.pt/fotostore02/fotos//90/13/16/1884004_az5n0.jpeg.
Além disso, o efeito do aquecimento global não representa um aumento de temperatura em todo o globo, mas sim na temperatura global média.
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http://static.hsw.com.br/gif/glacier-5.jpg
Alaska.

Estudos de previsões dos efeitos desse aquecimento mostram que o derretimento das calotas polares por ele provocado, podem afetar as correntes marítimas, provocando longos períodos de forte glaciação no hemisfério norte, principalmente na América do Norte e Europa enquanto o hemisfério sul sofreria um forte aquecimento.
O impacto da atual civilização sobre o planeta é bem menor que o impacto de um meteoro, como aquele que supostamente provocou a extinção dos grandes répteis.
O Homem na Idade do Gelo

http://www.bbc.co.uk/science/cavemen/images/factfiles/homo_neanderthalensis_img1.jpg
H. neanderthalensis era uma espécie
humana robusta que viveu entre
135,000 e 30,000 anos na
Europa e Ásia ocidental de.
Eles floresceram tanto
em períodos interglaciais
mornos quanto nas condições
desafiadoras do avanço glacial
O ancestral humano deste período é denominado homem de Cro-Magnon, que convivia com espécies animais já extintas, como os mamutes, os leões das cavernas e os cervos gigantes, entre outros.
O ser humano dispersa uma infinidade de espécies pela superfície do planeta; plantas, animais domésticos, etc. Em zoológicos, parques, jardins domésticos, criações e plantações, espécies que nunca teriam saído por conta própria de suas origens só o fizeram pela ação da "mão" do Homem.
Ao final da Era Glacial foram surgindo as florestas tropicais, as equatoriais e as savanas.
Logo, surgiu a raça humana.
* Glaciação *
Pequena idade do gelo Mudança do Clima e Aquecimento Global Causas Antropogênica:
http://blogs.odiariomaringa.com.br/edsonlima/wp-content/uploads/2008/11/camboriu.jpg
Mudança do clima


Dióxido de carbono ·
Desflorestação ·
Escurecimento global ·
Potencial de aquecimento global ·
http://www.eniscuola.net/FotoSezioni/cambclimatici_18.jpg
Efeito estufa ·
Gases do efeito estufa ·
Ilha de calor urbana ·
Poluição atmosférica Natural:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/77/Morteratsch_glacier_1.jpg/900px-Morteratsch_glacier_1.jpg..
Glaciação · Esfriamento global


http://epoca.globo.com/edic/314/disaster00.jpg
Cena de O Dia Depois de Amanhã:
Ondas gigantes são o prenúncio
de uma nova Era Glacial que irá atingir
o Hemisfério Norte,
segundo proposta do diretor
Roland Emmerich

· Variação orbital ·
Variação dos Oceanos ·
Tectónica de placas ·
Deriva dos continentes ·
Ciclo solar ·
Vulcanismo
Efeitos Elevação do nível dos mares
http://2.bp.blogspot.com/_5yWnBoaF-8g/SP4t_HId9xI/AAAAAAAABb8/QECouGSYTEk/s320/Mt_Herschel.jpg·
Recuo dos glaciares
Assuntos :
Degradação da ozonosfera ·
Declaração de Leipzig
Energia renovável ·
Desenvolvimento sustentável ·
Sustentabilidade
Política Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ·
Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente · Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima ·
Relatório Stern ·
Relatório Brundtland ·
Agenda 21 ·
Agenda 21 local Mitigação Protocolo de Quioto: Mecanismos de flexibilização ·
Créditos de carbono ·
Mecanismo de desenvolvimento limpo-MDL · Comércio internacional de emissões-CIE · Implementação conjunta-IC ·
http://www.apolo11.com/imagens/etc/geleria_nov2008.jpg.

Aquecimento Global

O Aquecimento global é um fenómeno climático de larga extensão—um aumento da temperatura média superficial global que tem vindo a acontecer nos últimos 150 anos. Entretanto, o significado deste aumento de temperatura ainda é objecto de muitos debates entre os cientistas. Causas naturais ou antropogénicas (provocadas pelo homem)Libertação de poluentes atmosféricos - Smog - Imagem de autor desconhecido têm sido propostas para explicar o fenômeno.
Grande parte da comunidade científica acredita que o aumento de concentração de poluentes antropogénicos na atmosfera é causa do efeito estufa. A Terra recebe radiação emitida pelo Sol e devolve grande parte dela para o espaço através de radiação de calor. Os poluentes atmosféricos estão a reter uma parte dessa radiação que seria refletida para o espaço, em condições normais.
Essa parte retida causa um importante aumento do aquecimento global.
A principal evidência do aquecimento global vem das medidas de temperatura de estações meteorológicas em todo o globo desde 1860. Os dados com a correcção dos efeitos de "ilhas urbanas" mostra que o aumento médio da temperatura foi de 0.6+-0.2 C durante o século XX. Os maiores aumentos foram em dois períodos: de 1910 a 1945 e de 1976 a 2000 (Fonte IPCC).
Evidências secundárias são obtidas através da observação das variações da cobertura de neve das montanhas e de áreas geladas, do aumento do nível global dos mares, do aumento das precipitações, da cobertura de nuvens e dos eventos extremos de mau tempo durante o século XX.
Glaciar Pasterze, Austria - Alterações entre 1875 e 2004 - Imagem de autor desconhecido






Por exemplo, dados de satélite mostram uma diminuição de 10% na área que é coberta por neve desde os anos 60.
A área da cobertura de gelo no hemisfério norte na Primavera e Verão também diminuiu em cerca de 10% a 15% desde 1950 e houve retracção das montanhas geladas em regiões não polares durante todo o século XX (Fonte: IPCC).
.Elevação do nível do mar em 12 metros
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DEGELO
As geleiras irão elevar
em 12 metros o nível do mar
http://www.discoverynaescola.com/_images_general/img_84.jpg.

Para comprovar a tese de que estamos em meio a um círculo vicioso, onde, por questões políticas e econômicas, as grandes potências continuarão emitindo gases poluentes para não interromper o crescimento de empresas, a especulação e a crescente demanda de consumo (lógica pura do capitalismo quando não racional), Holdren aponta o degelo ao norte da Rússia, na Groenlândia e na Antártida Ocidental como os grandes obstáculos de contenção do aquecimento global. “Na Rússia, o degelo gerado pelo aumento na temperatura irá produzir o equivalente, em carbono, a 80 anos de emissões por combustíveis fósseis armazenados em seu solo congelado”, diz ele. Já na Groenlândia e na Antártida Ocidental, o derretimento das gigantescas geleiras irá elevar o nível global dos oceanos em até 12 metros: “Não estamos falando de possibilidades. A tragédia já está acontecendo e suas conseqüências são conhecidas pelos cientistas, que não querem passar para a população a sensação de impotência.”

.http://4.bp.blogspot.com/_AWiG7BnuJGQ/SJd07uNoHzI/AAAAAAAAAQc/AonY-dszEr8/s400/DSCN1087.JPG.

Uma das mais temidas conseqüências do aquecimento do planeta está no retorno à Era Glacial, quando há milhões de anos a Terra se cobria de uma atmosfera composta por uma quantidade muito elevada de água, reduzindo o nível dos oceanos e gerando condições de vida extremamente inóspitas. Especialistas afirmam que a glaciação do planeta inteiro é improvável, mas há estudos comprovando que os efeitos da alta temperatura, derretendo calotas polares, afetam as correntes marítimas e isso causará longos períodos de glaciação no Hemisfério Norte, enquanto o Hemisfério Sul sofrerá um forte aquecimento. Para tentar salvar o mundo desse abismo climático, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas recomenda algumas medidas até 2030. Entre elas está o aumento do uso de energias renováveis, o combate ao desmatamento de florestas e expansão do uso de biocombustíveis. Lutar para amenizar o problema é a única saída. Acreditar que o problema pode deixar de existir é o grande erro.

http://www.universitario.com.br/noticias/imagens_noticias/andes_degelo.jpg.
***De acordo com as útimas notícias***

Pesquisas realizadas por cientistas de dez países europeus, incluindo uma equipe da Universidade de Berna, mostram que a próxima Era do Gelo ocorrerá apenas em 15 mil anos.

Porém poluição e efeito estufa podem acelerar transformações climáticas no planeta.

Os cenários de catástrofe exibidos produção hollywoodiana “The Day After Tomorrow” não estão tão distantes da realidade. O filme do diretor alemão Roland Emmerich apenas exagera os alertas publicados há anos pela comunidade científica.

O mais recente traz duas notícias:

**a boa afirma que a próxima era glacial inicia-se apenas em 15 mil anos;

**a negativa mostra que, se não forem tomadas medidas contra a poluição crescente e o efeito estufa, as conseqüências para a Terra são imprevisíveis.

Esses são alguns dos resultados de uma pesquisa realizada na Antártica. Nessa área inóspita do globo, escavadeiras especiais retiraram amostras de gelo em profundidades de até 2.500 metros. A pesquisa é intitulada “Epica” (European Project for Ice Coring in Antarctica) e reúne cientistas de 10 países europeus, incluindo suíços do departamento de física do clima e meio-ambiente da Universidade de Berna.
Essas camadas de gelo mostram mais de 740 mil anos da história do clima na Terra”, explica Heinz Miller, diretor do Instituto Alfred Wegener (AWI), uma instituição científica alemã com sede em Bremerhaven
Na Antártica o gelo acumulou-se no último milhão de anos em camadas finas. Para o pesquisador alemão, trata-se do maior período contínuo de registro climático encontrado no gelo
No total, os cientistas do projeto Épica registraram nas camadas de gelo oito períodos glaciais e oito de calor. Ao mesmo tempo, não está esclarecido se a influência humana poderá acelerar o desencadeamento da próxima era do gelo
.O atual período de calor dura há mais de 12 mil anos. Segundo Heinz Miller, essa é a mais longa fase de temperaturas amenas dos últimos 420 mil anos. Os últimos quatro períodos de calor duraram de 12 mil a 15 mil anos e são considerados relativamente curtos. Os períodos glaciais tiveram uma maior duração
No próximo inverno os cientistas querem pesquisar mais 200 mil anos de história climática. Isso ocorrerá quando forem perfurados os últimos 100 metros de gelo que estão sobre o solo da Antártica. Por vez são retirados três metros de amostras. Para analisar o material serão necessários ainda alguns anos de pesquisa
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Conseqüências imprevisíveis

.http://www.saindodamatrix.com.br/archives/urso-algore.jpg.
As informações contidas no gelo são mais detalhadas do que aquelas encontradas através das perfurações no solo marítimo. Ao contrário das amostras retiradas da superfície, o gelo da Antártica contém vestígios de gases que influenciaram no passado o clima da Terra. Dentre outros, os cientistas descobriram que a concentração de gás carbônico na atmosfera, durante os períodos glaciais do passado, foi de 200 ppm (partes por milhão). Nos períodos de calor, a média foi de 280 ppm

http://img.terra.com.br/i/2008/11/14/915512-4782-it2.jpg..
Porém desde 1750, a quantidade do gás que causa o efeito estufa aumentou para 370 ppm, sobretudo devido à influência humana. De acordo com os dados prévios da pesquisa, esses são os maiores valores dos últimos 500 mil anos. “Infelizmente não prever, através da pesquisa no gelo, quais serão as conseqüências para o clima da Terra”,
afirma Miller
.http://www.scotese.com/images/094.jpg.

NIBIRU: Reflexão















































O que controla o avanço e recuo dos glaciares durante os quatro grandes longos, períodos frios?

Cientistas entender mais sobre o porquê dos glaciares antecipadamente durante períodos frios do que eles fazem sobre o motivo arrefecer períodos ocorrem em grande escala, porque têm grandes quantidades de dados recolhidos sobre o período corrente fria.


Variação daTerra \ 's órbita através do tempo provoca alterações na quantidade e distribuição da luz solar (radiação solar e outros) que atingem a Terra \' s superfície.

Estas mudanças são pensados para afetar o desenvolvimento de folhas de gelo.

Embora a idéia de que a variação na Terra \ 's órbita causas glacial-interglacial ciclos surgiu em meados dos anos 1800s, Milutin Milankovitch primeiro popularizou-lo em cerca de 1920. Embora Milankovitch \ 's hipótese não foi amplamente aceite na primeira, os dados recolhidos durante o 1970 \' s têm gerado um grande apoio para ela.

Três parâmetros orbitais são especialmente importantes na folha de gelo causando waxing e diminuir:


Mudanças na excentricidade da Terra \ 's órbita
Mudanças na inclinação da Terra \ 's Eixo
A precessão dos equinócios

Em conjunto estes factores influenciam a quantidade e distribuição da radiação solar atingindo a Terra. As alterações variam de acordo com ambos os latitude e época do ano. Devido às diferentes periodicidades de variação para os três fatores, com o composto variações na radiação solar são muito complexas.

Embora as ligações não são óbvias e directas, as mudanças na quantidade de radiação solar são pensadas para conduzir o crescimento ea fusão de grandes folhas de gelo. Durante os últimos 750.000 anos gelo folhas têm expandido na Midwestern Estados Unidos, pelo menos, 8 vezes maior. O calendário de alguns destes avanços não é bem conhecida.

A última glaciação do Midwestern Estados Unidos teve a sua máxima extensão de aproximadamente 20.000 anos atrás. Os animais e plantas discutidos nesta exposição são os que viviam na Midwestern E.U. durante e apenas após a glaciação.
Excentricidade
A Terra \ 's órbita em torno do sol não é um círculo, mas é uma elipse.

A forma da órbita elíptica, que é medido pela sua excentricidade, varia entre um e cinco por cento ao longo do tempo.

A excentricidade afeta a diferença nos valores de radiação da Terra \ 's superfície recebe no afélio e no periélio.
O efeito da radiação variação sazonal é para alterar o contraste na hemisférios norte e sul. Por exemplo, quando a órbita é muito elíptica, um hemisfério terá verões quentes e invernos frios, sendo que o outro hemisfério terá Verões quentes e invernos frios. Quando a órbita é quase circular, ambos os hemisférios terá semelhante contrastes sazonais de temperatura.

Embora a mudança na quantidade de radiação é muito pequena (menos de 0,2%), parece que é extremamente importante na expansão e derretimento de gelo folhas.

A excentricidade da Terra \ 's órbita varia em uma maneira periódica. O principal periodicidade é de, aproximadamente, 100.000 anos.

Inclinação
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A Terra \ 's eixo está inclinado com relação a sua órbita em torno do sol. Hoje, a inclinação é de cerca de 23,5 graus. A inclinação varia entre 21,6 e 24,5 graus em uma forma periódica. Um gráfico da inclinação ao longo dos últimos 750.000 anos mostra que o principal período de esta variação é de aproximadamente 41.000 anos.

Mudanças na inclinação da Terra \ 's eixo causar grandes mudanças na distribuição sazonal de radiação em altas latitudes e no comprimento do inverno escuro período nos pólos. Mudanças na inclinação têm muito pouco efeito sobre baixas latitudes.

Os efeitos de inclinação em relação à quantidade de radiação solar atingindo a Terra estão intimamente ligadas aos efeitos de precessão. Variações nesses dois fatores causam mudanças radiações de até 15% em alta latitude. Radiação variação desta magnitude influencia fortemente o crescimento e derretimento de gelo folhas.

Gráfico da inclinação da Terra \ 's Eixo .


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Este gráfico mostra a variação da inclinação da Terra \ 's eixo ao longo dos últimos 750.000 anos. A linha azul traça a inclinação. A linha laranja mostra hoje \ 's valor para comparação.

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Elevação dos blocos continentais

Placa tectônica provavelmente contribui para o desenvolvimento de longos períodos com muitas glaciações, em um segundo, mais subtil forma. Plate movimentos, por vezes causar elevação de grandes blocos continentais. Major elevação pode causar profundas mudanças na circulação atmosférica e oceânica global de padrões. Alterando prática padrões causar alterações climáticas. Alguns cientistas hypthesize que causam mudanças climáticas pela elevação são críticos para o desenvolvimento de gelo idades.

Ao longo dos últimos 15 milhões de anos, os continentes subiram cerca de 600 metros (2000 pés) em média. A elevação dos Himalaias e do Planalto Tibetian provavelmente contribuiu para o início do actual período arrefecer.

Similar tectônicas elevação parece ter sido envolvido em outros três longas, gelo idade intervalos.

Redução de CO2 na atmsophere

Uma redução geral da quantidade de CO2 na atmosfera pode contribuir para o desenvolvimento de gelo idades. O dióxido de carbono é um importante gás de efeito estufa. Diminuições na quantidade de CO2 na atmosfera pode levar a resfriamento global.

Muitos processos podem causar a longo prazo uma diminuição da quantidade de CO2 na atmosfera. Esses processos incluem muitas interações complexas entre os organismos, correntes oceânicas, erosão e vulcanismo. Importante relações existentes entre idades gelo e da composição da atmosfera, no entanto, muitos cientistas não tenha certeza se as mudanças na atmosfera causa períodos frios ou se arrefecer períodos causar mudanças atmosféricas. Além disso, muitos cientistas não tem certeza da magnitude do passado CO2 mudanças foi grande o suficiente para iniciar gelo idades.

Mudanças na Terra \ 's órbita

A Terra \ 's órbita varia ao longo do tempo. Parâmetros importantes que variam incluir a excentricidade da órbita em torno do sol, a inclinação da Terra \ 's eixo, ea direção do pólo norte pontos. Variações nesses três fatores altera a quantidade e distribuição de radiação solar recebida. As variações na distribuição da radiação solar afeta e inicia glaciações.

No entanto, a variação dos parâmetros orbitais parece ser muito curto, em uma escala temporal para explicar o momento do longa, com muitos intervalos arrefecer glaciações. As variações nos fatores orbitais são provavelmente mais importante no controle do avanço e recuo dos glaciares grande durante os quatro longos, períodos frios do que para o controlo da maior escala padrões.

1) W chapéu causas a longo prazo mudanças conducentes a uma era glacial?

Fatores que são pensados para jogar um papel importante no longo prazo, mudanças na Terra \ 's clima ao longo de milhões ou dezenas de milhões de anos são

As alterações nas posições dos continentes

Variações na produção de energia do sol

Alterações na concentração atmosférica de dióxido de carbono

Mudanças na atividade vulcânica

Influência da biosfera

2) O que faz com que o gelo glacial ciclos dentro de uma idade?

Durante uma era glacial, a curto prazo ciclos de avanço e recuo dos glaciares estão pensados para serem conduzidos por regular e previsível, as variações nas Earth \ 's órbita e orientação em relação ao domingo


Como sabemos que o gelo idades ocorreu?ERA GLACIAL?

A ideia de que uma era glacial havia ocorrido no passado foi proposto pela primeira vez por Louis Agassiz, no início dos anos 1800. Agassiz observou que a lentidão da acção dos glaciares de montanha na Suíça produzidos alguns tipos de características na paisagem circundante. Estes incluem glacial e até erratics, rock e loesse estrias. Ele observou também que esses recursos, por vezes ocorreram em áreas longe das montanhas, onde não existiam geleiras. Com base nestas observações, Agassiz veio com a idéia de que já existiam extensos glaciares no passado.

O progresso científico desde os tempos de Agassiz, não só confirmou a sua ideia, mas também tem vindo a revelar uma imagem muito mais detalhadas do que as condições eram semelhantes durante a última era glacial. Para obter um retrato mais detalhado da última era glacial, os cientistas naturais gravadores estudo das alterações climáticas, tais como o pólen fóssil, antigos corais, sedimentos oceânicos e de gelo núcleos.

Se um corpo planetário estava a entrar em contacto com o movimento orbital da Terra ou Mobius
Gelo idades acontecer por vários motivos sendo dois ea inclinação da órbita do planeta. Mas a questão é se não entrou em contato com outro planeta teria que trazer uma era glacial. Esta razão pela qual eu pedi este é o planeta Nibiru vem em órbitas muito perto do nosso e Mobius \ 's órbita Patten já 3600 anos. Mas por causa da nossa colission com Orfeu milhões de anos atrás e os spilting dos dois planetas e da reforma da terra, e tanto o novo corpo planetário Mobius nosso planeta irmão e os recém-formados a nossa lua em órbita ligeiramente a partir do que foi nos dias em Orfeu quando era o nosso vizinho planetário como a grande questão é se Nibiru estava a passar pela terra ou Mobius, seria a força de atracção que o corpo planetário é suficiente para inclinar o eixo Mobius terras ou a resposta a esta seria sim iria arrastar a inclinar o planetário organismo em que medida não é conhecido, neste momento, mas uma inclinação de magitude que seria através do corpo planetário em um evento cataclísmico que porque a próxima era glacial na Terra ou mobis.

A imagem abaixo mostra o possível afectar Nibiru de passagem
perto pela Terra ...


O mesmo se aplicaria para Mobius, se fosse para ficar perto Nibiru quando ele entrou em nosso fluxo orbitational outras vezes no ciclo de Nibiru órbita em torno do sol neather planeta seria próximo Nibiru como atravessou o interior planetas, uma vez que tornou maneira de contornar a dom. A única dúvida que resta é onde está Mobius na terra e ali orbitational ciclos em relação ao NIBIRU orbitational ciclo?
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segunda-feira, 27 de abril de 2009